Edição nº 1109 22.02 Ver ediçõs anteriores

A Foxconn reclama de regras na China

A Foxconn reclama de regras na China

Depois de várias acusações de violação às leis trabalhistas ao longo dos anos, a Foxconn resolveu se manifestar. Maior empregadora privada da China com cerca de 1 milhão de funcionários, a empresa que fabrica ou já fabricou produtos de gigantes do mercado de tecnologia como Apple, Amazon, HP, Dell, entre outras, disparou contra as normas que garantem os direitos dos trabalhadores no país. De acordo com Terry Goy, presidente da companhia, essas restrições, no que diz respeito ao limite de horas extras permitidas, são “pouco razoáveis” e afetam a renda dos empregados, que desejam trabalhar em turnos mais longos. “A China tem regras mais duras para as horas extras do que os EUA e a União Europeia”, disse o executivo, que defende que sua empresa seja regida por leis ocidentais, já que opera como uma fabricante terceirizada. “Neste momento, estamos seguindo as normas chinesas. Mas, na alta temporada, vamos seguir as leis americanas.”

(Nota publicada na Edição 1076 da Revista Dinheiro)


Mais posts

China e EUA se estranham e UE pode pagar a conta do 5G

Tradicional, histórico e leal aliado americano, o Reino Unido – e de resto toda a Europa – enfrenta um dilema e tanto para prestar [...]

Emojis e emoticons são provas para a Justiça

Pensou que fosse apenas um iconezinho inocente? Esqueça. O uso de emoji e emoticon como provas em tribunal já aparece em mais de 30% [...]

Índia quer controle da internet

O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, parece querer se aproximar dos padrões chineses de controle de conteúdo da internet. Seu [...]

O IPO da Uber

Feliz aniversário, Uber! A empresa que mudou a semântica relacionada à mobilidade está prestes a fazer dez anos (em março) e deverá [...]

50 bilhões

É o número de fotos compartilhadas no INSTAGRAM. A rede tem 1 bilhão de contas ativas (Nota publicada na Edição 1109 da Revista Dinheiro)
Ver mais
X

Copyright © 2019 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.