Edição nº 1100 14.12 Ver ediçõs anteriores

A caminho de 2021

A caminho de 2021

A GuardeAqui, a maior empresa de self storage do Brasil, anunciou recentemente a aquisição da SelfStok, de Brasília, e chegou ao número de 24 unidades no mercado nacional. Mas a expansão não vai parar por aí. Allan Paiotti, CEO da companhia que tem entre os sócios o Equity International, do investidor Sam Zell; e o Patria Investimentos, já deixou claro que tem mais R$ 150 milhões reservados para abrir mais oito unidades até o fim do ano. “Ou vamos comprar empresas do setor ou vamos comprar e reformar outras unidades”, diz Paiotti. A meta é atingir 50 unidades até 2021. “Com isso, pretendemos garantir a liquidez dos sócios, seja vendendo a empresa ou abrindo o capital na Bolsa.”

(Nota publicada na Edição 1074 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Pedro Arbex)


Mais posts

Pão de Açúcar quer lucrar com o James

Ana Paula Paiva/Valo Dez meses depois de iniciar uma parceria com a plataforma móvel de entregas Rappi, o Grupo Pão de Açúcar resolveu [...]

Agronegócio também puxa o crescimento da climatempo

Divulgação A Climatempo, maior e mais conhecida empresa de previsão meteorológica do Brasil, está desenvolvendo novas frentes de [...]

Carlos Wizard prefere Visa

A Hub Fintech, empresa de meios de pagamento que tem o bilionário Carlos Wizard Martins como dono de 90% do capital, acaba de fechar um [...]

Guerra interna na Anfavea

O clima anda tenso nos bastidores da poderosa associação nacional das montadoras, a Anfavea. As japonesas Toyota, Honda e Nissan, junto [...]

Charge

(Nota publicada na Edição 1100 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Felipe Mendes)
Ver mais
X

Copyright © 2018 - Editora Três
Todos os direitos reservados.

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicaçõs Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.