Negócios

3 perguntas para Fábio de Sousa Coelho, presidente da Associação dos Investidores no Mercado de Capitais (Amec)

Crédito: Divulgação

Com os sinais de recuperação gradual da economia brasileira, a despeito da pandemia, os IPOs tendem a acelerar?
A despeito do otimismo desde 2020, o olhar prospectivo não parece ser tão positivo para os IPOs. Há riscos em diferentes direções, incluindo fiscais, inflacionários e político-institucionais.

Como a Amec avalia a agenda de reformas?
Por mais difícil que seja a aprovação, a perspectiva é positiva para as reformas. A pandemia alterou as prioridades e expectativas do governo e do mercado. Será preciso fazer vários ajustes.

A governança corporativa, o G dos critérios ESG, está ruim no Brasil?
Somos um hub entre investidores exatamente para debate sobre todos esses temas. A despeito de todos os avanços dos últimos 20 anos, e foram muitos, ainda temos a sensação de que precisamos continuar vigilantes contra desequilíbrios nas empresas que eventualmente se afastem de melhores práticas de governança, privilegiando o equilíbrio entre partes interessadas.

(Nota publicada na edição 1237 da Revista Dinheiro)