NEGÓCIOS
Nº edição: 353 | 08.JUN.04 - 10:00 | Atualizado em 03.02 - 14:19
Playcenter pela metade
Parque reduz o tamanho para crescer em receitas
Por Por Rosenildo Gomes Ferreira
Depois de se esbaldar no ponto mais alto da Roda
Gigante (década de 80) e apavorar-se no Trem Fantasma (anos 90), o Playcenter, mais tradicional parque de diversões do País, chegou ao Carrossel. Daqui para frente, a jornada pode até ter altos e baixos, mas ninguém mais cai do cavalo. Assim pensa o boliviano Marcelo Gutglas, que fundou o Playcenter em 1973, vendeu-o ao GP Investimentos em 1995 e o comprou
de volta há dois anos. “Enfim, temos um modelo sustentável de tocar o negócio”, diz. Ele se refere a um projeto de reestruturação de R$ 15 milhões que tenta recolocar o parque nos eixos, após anos de prejuízo. O trabalho começou há seis meses, e agora atinge um
ponto crítico: o Playcenter vai diminuir.
Ele permanecerá no mesmo lugar, na Marginal Tietê, em São Paulo, mas terá sua área reduzida de 110 mil m2 para 65 mil m2. O número de atrações continua o mesmo, 35. O que muda é o conceito. O Playcenter voltará a ser um parque para
a família, e não só um reduto de adolescentes, como foi na era GP. Além de cortar 25% dos gastos com aluguel, o plano prevê: ampliação dos espaços de jogos e alimentação (que representam 35% da receita), construção de um novo setor
infantil e realização de eventos. “Não há milagre. A reestruturação é lastreada em números de 2003, quando equilibramos as contas”, diz Andreas Auerbach, diretor-financeiro do parque.
Fontes do mercado informam que a holding Playcenter (ela controla o parque e 18 Playlands, centros de diversões instalados em shopping centers) faturou R$ 51 milhões em 2003. Se de fato as contas estão equilibradas não são números ruins. O problema é que um terço das receitas do parque depende de um evento isolado, as Noites do Terror, realizado em agosto e setembro. Enquanto o faturamento mensal médio gira em torno de R$ 1,5 milhão, com as Noites do Terror ele bate nos R$ 6,5 milhões. Isso faz o Playcenter, que gera mais despesa, refém do dinheiro das Playlands na hora de pagar as contas. Gutglas sabe disso, e espera ver sua margem de lucro na casa dos 20%, quando a reestruturação estiver concluída, em 2005. “É uma boa hora para uma nova tentativa do Playcenter”, avalia Márcio Prado, da consultoria Deal Maker. “Depois do desastre dos anos 90, o setor está se consolidando. E com os pés no chão.
Multimídia
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Celso villela guimaraes
em 06/11/2011 22:43:17
Como sugestao seria interessante disponibilizar as agencias de turismo do interior ou mesmo propor para empreendedores autonomos na area de entretenimentos coordenarem de forma remunerada a participacao de grupos de adolecentes a visitarem o parque como ocorre nas viagens a DISNEY USA
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Maicon Abner Martins Kato
em 26/02/2011 12:42:46
Ná minha opinião o playcenter é o melhor parque q eu já fui até agora,sempre fui e sempre continuarei indo em todos os eventos q o parque nos propõem;é lógico q sinto falta da montanha encantada,roda gigante,teleférico e muitas outras atrações,mais pra mim contínua sendo o melhor entre tantos outros
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William Figueiredo
em 23/08/2010 10:37:48
Ainda hj o melhor parque de diversões é o Playcenter. Montanha russa sem looping não tem graça - visita única ao Hopi Hari. A melhor Montanha russa do Brasil cercada de um monte de espaço vazio dava dó do Terra Encantada. MOntanha Russa de frente e de costas, Sky coster, Turbo Drop, só no Playcenter
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Bernardo Hallack
em 23/08/2010 09:55:26
o playcenter é um dos melhores parque que conheço.Hoje tenho 31 anos e lembro quando estava na 7 serie e tivemos uma excursão para o parque e foi excelente.Sou mineiro mas moro em Santa Catarina e ja fui no parque do beto carreiro e sem duvidas o playcenter do passado é 100 vezes melhor.
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Beaztriz Marques
em 23/08/2010 09:30:29
Puxa, adorava o Playcenter, hoje com 39 anos gostaria de levar meus filhos, mas os brinquedos mais legais, eles tiraram, que eram: A Montanha Encantada, O Trem Fantasma e o Teleférico que por sinal dava uma vista linda do parque. Agora eu pergunto por que estes brinquedos não voltam ??????
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Daniella Roberta
em 23/08/2010 08:50:42
Fui ao Playcenter em junho e fiquei muito triste em ver seu espaço reduzido,várias atrações que fizeram parte da nossa infância foram tiradas,é uma pena,pois o parque é um dos símbolos da cidade,não podemos deixar nosso parque assim!!!!
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Mariana de Carvalho Pinheiro
em 13/07/2010 15:21:08
Acho que, o Playcenter não deve mudar pra um ambiente família , pois é muito mais pra adolescentes do que para família ... Se mudar o conceito, provavelmete perderá o sucesso !
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