ECONOMIA
online |
ECONOMIA |
07.FEV.12 - 14:13
| Atualizado em 07.02 - 15:05
Comissão do Senado rejeita troca de indexador do FGTS
Por Ricardo Brito
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) rejeitou hoje um projeto de lei que propunha a mudança do índice de correção dos depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A proposta, apresentada em 2008 pelo ex-senador Tasso Jereissati, tinha por objetivo substituir a Taxa Referencial de Juros (TR) pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como indexador da remuneração do FGTS.
Por treze votos a um os senadores seguiram o voto apresentado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP). Para Marta, apesar de a proposta, a princípio, ser "meritória" por corrigir a "injustiça" com o trabalhador com conta vinculada ao FGTS, poderia por outro lado prejudicá-lo. Isso porque, segundo a senadora, a substituição dos índices implicaria na elevação de até 5 pontos porcentuais em média das taxas de financiamento imobiliário, passando de 6% para 11%.
O projeto rejeitado tramitava em caráter terminativo, ou seja, caso aprovado seguiria diretamente para a Câmara dos Deputados sem a necessidade de passar pelo plenário do Senado.
Copyright © 2012 Agência Estado. Todos os direitos reservados.
ASSUNTOS RELACIONADOS
Multimídia
Mercado analisa dados de emprego no Brasil
Nesta quinta-feira (24), sai a Pesquisa Mensal do Emprego, divulgada pelo IBGE. Analistas estimam que a taxa de desocupação dos trabalhadores registre leve alta em abril.
Samsung faz sua aposta para ser a Apple das tevês
A série 8000, lançada oficialmente na sexta-feira (18) no Brasil, é o investimento da marca para ser o aparelho top de linha. DINHEIRO testou a versão ES8000 Led de 46 polegadas.
Executivos fora do escritório
O que fazem os ceos e diretores quando tiram o terno e a gravata e quais são seus hobbies para enfrentar o estresse no trabalho.
Economia - Um vice-presidente com voz própria e personalidade forte
Crédito: Roberto Castro/Ag. Istoé
- - Fatos em Destaque
- - Fatos em Destaque
Por favor, preencha todos os campos abaixo para deixar seu comentário.
A Istoé Dinheiro pode utilizar este comentário para divulgação na revista impressa.