ECONOMIA

Nº edição: 627 | Especial Rio 2016 | 14.OUT.09 - 10:00 | Atualizado em 11.08 - 11:12

Uma corrida de R$ 250 bilhões

Na contagem regressiva para os Jogos do Rio 2016, os empresários já disputam as melhores oportunidades de negócio, de olho no ouro

Por Tom Cardoso, Hugo Cilo e Gustavo Gantois

i148050.jpg

Na prefeitura do Rio de Janeiro, um telefone não para de tocar. É o de Felipe Góes, designado pelo prefeito Eduardo Paes como “vendedor do Rio”. Será ele o principal responsável pela atração de investimentos privados daqui até 2016, o ano dos Jogos Olímpicos na Cidade Maravilhosa. “Acabei de receber uma ligação de alto executivo da Mitsubishi oferecendo um projeto de veículo leve sobre trilhos”, disse Góes à DINHEIRO. De Paris, o diretor-geral do grupo Accor, Roland de Bonadona, também decidiu correr para o telefone assim que soube da vitória da capital fluminense.

Ligou para Firmin António, o presidente do conselho da rede hoteleira que já tem 145 hotéis e 25 mil quartos no Brasil. “Vamos acelerar nossos projetos de expansão”, disse Bonadona a Firmin. O plano, que está sendo desenvolvido pela companhia, evidentemente tratará o Rio como destino prioritário. Em São Paulo, quem também recebeu uma ligação surpreendente foi o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente do grupo Caoa Hyundai, que havia comprado na semana anterior um terreno em plena avenida das Américas, na Barra da Tijuca, por R$ 20 milhões. Do outro lado da linha, o corretor. “Será que o sr. não vende por R$ 25 milhões?” Andrade ficou curioso e, após algumas consultas, descobriu que o terreno, onde será instalada uma nova concessionária, poderá valer R$ 40 milhões depois da vitória do Rio.

i148051.jpg

Ele não apenas desistiu de ganhar R$ 5 milhões em uma semana como decidiu surfar na onda olímpica. “Acho que vou patrocinar equipes de tae kwon do, um esporte que nasceu na Coreia e pode dar medalhas ao Brasil”, disse ele à DINHEIRO.
De uma semana para cá, empresários do Brasil e do mundo têm falado num único assunto: Rio 2016. E essa é também a pauta principal dos governos. Em Brasília, a ministra Dilma Rousseff
anunciou na quinta-feira 8 a criação de um PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) voltado exclusivamente para os Jogos Olímpicos. A ideia é reunir sob o mesmo guarda-chuva todos os projetos com recursos federais destinados ao Rio. Quem irá remar o barco será o ministro das Cidades, Marcio Fortes, carioca da gema. “A Olimpíada vai nos ajudar a fazer o que precisava ser feito”, disse ele à DINHEIRO. Suas prioridades são transporte e saneamento. Entre as obras constam a ligação de metrô da Barra à zona sul, a construção de dois corredores de ônibus e a dragagem do rio Arroio Fundo, que passa atrás da Vila do Pan e recebe o esgoto que vem da favela Cidade de Deus. São tantos projetos que o governador Sérgio Cabral já fala em investimentos de R$ 88 bilhões somente nos próximos cinco anos, incluindo obras históricas, como a despoluição da Lagoa Rodrigo de Freitas. “Estávamos decadentes e abandonados”, disse ele à DINHEIRO. “Vamos reconstruir o Rio e a Olimpíada será o catalisador desse processo”, afirmou (leia sua entrevista à pág. 56). São tantos projetos, tantos sonhos, tantos cifrões, que a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro já projeta a atração de R$ 250 bilhões até 2016.

i148052.jpg

i148055.jpg

Caso os projetos se concretizem, será uma virada e tanto para uma cidade que foi ridicularizada quando apresentou sua terceira candidatura olímpica. “Estávamos desacreditados”, disse Cabral. Foi ele próprio quem ligou para dois empresários amigos – Eike Batista, da EBX, e Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco – pedindo apoio para a candidatura. Eike, que apostou R$ 23 milhões no projeto e cedeu seu jato para as viagens do governador Cabral e do prefeito Paes, acabou sendo um dos grandes vitoriosos. Dias antes da vitória do Rio, ele havia adquirido a concessão da Marina da Glória, onde ficarão ancorados os barcos das competições e onde devem acontecer as provas de vela. No mesmo dia em que fez uma pequena cirurgia no olho, ele anunciou à DINHEIRO novos investimentos. “Vou colocar R$ 150 milhões na Marina e a mesma quantia na construção de um hospital de primeira linha na Barra”, disse ele (leia sua entrevista à pág. 62). “O Rio será a cidade do Sol, um novo polo mundial do turismo.” E ssa é também a expectativa da secretária estadual de Turismo, Márcia Beatriz Lins Izidoro.Ela espera que a cidade receba, já em 2010, cerca de 170 mil visitantes a mais, um acréscimo de 10% no número de turistas que visitaram a cidade em 2008, cerca de 1,68 milhão de pessoas. Mesmo assim, o caminho a percorrer é imenso. Nova York, por exemplo, recebe 45 milhões de visitantes todos os anos.

i148056.jpg

i148057.jpg

O Comitê Olímpico Internacional (COI) exige que a cidade-sede tenha, no mínimo, 40 mil leitos disponíveis. O Rio conta atualmente com 26 mil leitos e vai, segundo Márcia, ultrapassar facilmente o número exigido pelo COI, chegando a 48 mil leitos.

i148067.jpgi148058.jpg

 

Serão construídos mais 13 mil cômodos em hotéis e 1,7 mil em apart-hotéis. Outros 8,5 mil leitos serão reservados em navios que ficariam atracados na cidade. “Já existem processos de licenciamento para a construção de 17 hotéis nos próximos cinco anos”, diz ela. E isso vem sendo confirmado pelos empresários. “Em quatro décadas de profissão, esse é o melhor cenário já visto para a hotelaria brasileira”, disse à DINHEIRO Firmin António, do grupo Accor. Júlio Serson, dono da rede Vila Rica, começou a prospectar oportunidades na Baixada Fluminense de olho na revolução turística que a competição levará à cidade. “O Rio de Janeiro é um sonho para qualquer empresário do ramo hoteleiro”, diz ele. A ida da empresa ao Rio, caso ocorra, significará uma importante mudança nas estratégias de negócios. Os investimentos de Serson têm sido nos últimos anos direcionados para a construção de hotéis na região Norte do País. “Queremos o Rio não só pela Olimpíada, mas pelo que virá antes e depois do evento.” Pensando também no futuro, o empresário espanhol José Oreiro, dono da Windsor, a rede hoteleira mais carioca do Brasil, com investimentos apenas no Rio, abraçou entusiasmado o governador Sérgio Cabral em Copenhague e aproveitou para revelar novos investimentos na cidade.

i148065.jpg

i148058.jpg

A Windsor irá acelerar a construção de dois novos hotéis na Barra da Tijuca, um com 500 leitos e outro com 400, além da ampliação do Windsor Florida Hotel de 300 para 400 leitos. O grupo também é responsável pela reforma do tradicional Hotel Meridien, que será entregue daqui a um ano com 540 apartamentos. Além de movimentar a economia, o espírito olímpico já influencia a rotina das empresas. Os 51 executivos da Unilever no Brasil contrataram uma empresa, a D’Elia Sports Consulting, para implementar na companhia o conceito de atleta corporativo. Duas vezes por semana, eles praticarão algum tipo de esporte – de jogos de tênis e futebol a passeios de bicicleta e até motocross. “Eles não têm a pretensão de participar da Olimpíada, mas querem aproveitar o espírito olímpico para melhorar a qualidade de vida e, assim, melhorar o desempenho profissional”, justificou José Rubens D’Elia, dono da consultoria. O empresário Chaim Zaher, dono do COC, maior grupo de ensino privado do País, também quer utilizar o esporte como estratégia de negócio. “Vou estrear no Rio nos próximos meses e já estou pensando em patrocínios de equipes e atletas”, diz ele, que é dono de uma equipe de basquete em Ribeirão Preto, no interior paulista.

i148059.jpg

O patrocínio esportivo é uma modalidade de negócio que deve crescer nos próximos anos – e não nos moldes tradicionais. Historicamente, empresas privadas têm apoiado esportes coletivos, enquanto os individuais acabam negligenciados e ficando a cargo das estatais. Agora, como o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, já fala em transformar o País numa potência olímpica, o foco deverá mudar para esportes que rendem mais medalhas, como natação, atletismo e as lutas – é por isso que um empresário como Carlos Alberto de Oliveira Andrade fala em apoiar o tae kwon do. Do mesmo modo, a rede curitibana de estações de treinamento físico Holistic Training, que dá uma atenção especial à ginástica olímpica, aproveitará o clima esportivo para saltar de dez unidades para 300 em seis anos.

i148060.jpg

“Estamos negociando com o Comitê Olímpico Brasileiro a instalação de ilhas de treinamento inclusive dentro do parque olímpico, no Rio”, disse Paulo Ceschin, diretor da Holistic Training.
Nesse clima olímpico, há espaço até para atletas que se converteram em empresários. É o caso de Servilho de Oliveira, ex-boxeador e único medalista olímpico brasileiro na modalidade. Ele está empolgado com o potencial de patrocínio que deverá surgir para os atletas de sua academia em São Caetano do Sul (SP) com o Rio 2016. “A falta de apoio ao esporte no Brasil, especialmente no boxe, impede o desenvolvimento de algumas modalidades. Não sei como será o comportamento das empresas a partir de agora, mas acredito que a situação irá melhorar muito”, disse Servilho de Oliveira. Assim como há atletas empresários, há também políticos atletas. Duas vezes por semana, o prefeito Eduardo Paes vai ao trabalho de bicicleta, num percurso de 20 quilômetros, da sua casa, na Gávea, até o Palácio da Cidade, em Botafogo. “O trajeto é tranquilo. O duro é aguentar os três quilômetros de subida perto da Floresta da Tijuca”, diz o esbaforido prefeito.

 i148061.jpg

Depois de recuperar o fôlego, Paes conversou com a DINHEIRO. Sua grande aposta para a Olimpíada é a revitalização da zona portuária do Rio, que receberá, na primeira fase, investimentos de R$ 374 milhões, transformando uma área conhecida por sua degradação em um amplo centro de negócios, de lazer e habitação. “Meu primeiro passo foi transferir a sede do COB da Barra da Tijuca para a zona portuária. Na semana que vem embarco para a Europa para buscar exemplos bem-sucedidos de projetos de revitalização e atrair novos investimentos”, afirma Paes. O sonho dele é fazer do porto do Rio um novo Puerto Madero, de Buenos Aires.
Para que isso aconteça, o Rio, naturalmente, precisará de muita infraestrutura – especialmente energia. A Light, distribuidora fluminense, sabe disso. Em entrevista à DINHEIRO, o presidente da companhia, José Luiz Alquéres, disse que serão desembolsados R$ 4,9 bilhões até o início dos jogos, cerca de R$ 700 milhões por ano.

“Estaremos preparados. O aumento da carga não nos assusta”, garantiu Alquéres. Essa afirmação segura do presidente da empresa reflete a grandiosidade da estratégia que está sendo preparada. Quando as primeiras lâmpadas acenderem no Rio de Janeiro, a Light já terá colocado em funcionamento o maior plano de fornecimento de energia elétrica da história da empresa. Afinal, nada seria mais desastroso do que uma Olimpíada no escuro.
“Teremos uma rede segura e com tripla contingência. Ou seja, haverá três fontes diferentes de energia para ninguém ficar com medo de pane”, garantiu Alquéres.

“Chegou a nossa hora”

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, tem usado uma imagem de Juscelino Kubitschek para prever a transformação do Rio até 2016: 50 anos em 7. À DINHEIRO, ele falou dos investimentos

DINHEIRO O sr. já recebeu propostas de investimentos?
SÉRGIO CABRAL – Eu recebi já em Copenhague. Primeiro, o presidente da Windsor avisou que vai cumprir a promessa de construir três novos hotéis. Também ouvi do presidente da Siemens a promessa de um grande investimento em tecnologia. E não paro de receber telefonemas. Eu fui ridicularizado quando acreditei no projeto da Olimpíada. Liguei pessoalmente para o Eike Batista e para o Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, pedindo patrocínio para a candidatura.

DINHEIRO Com os Jogos Olímpicos o Rio pode voltar a ser uma importante zona industrial e financeira?
CABRAL – Não tenho a menor dúvida. Nós sofremos um processo de decadência muito forte. Vou usar um exemplo: de 1990 a 2007 o governo do Rio ficou sem concurso público para Fiscal de Rendas. Dezoito anos! O abandono era total. Agora vamos começar a reconstruir o Estado e a Olimpíada será o grande catalisador desse processo. Chegou a nossa hora.

DINHEIROFaz sentido tanto otimismo?
CABRAL – Sim, meu otimismo não é exagerado. Só conseguimos melhorar a autoestima do Rio de Janeiro devido a uma inédita parceria entre governo federal, estadual e municipal. Eu, o presidente Lula e o prefeito Eduardo Paes trabalhamos em conjunto, com o reforço extraordinário do Carlos Arthur Nuzman. Mas digo que o COB demoraria cerca de 200 anos para conseguir sediar a Olimpíada no Brasil se não fosse essa sintonia entre essas três esferas governamentais. Antes, o Rio era famoso pelas brigas entre prefeito e governador. Agora somos um time afinado.

Algo semelhante ocorre no setor de telefonia. Cerca de R$ 3 bilhões deverão ser investidos até 2016 pelas empresas de telefonia fixa e celular no Rio de Janeiro. Somente no ano que vem, segundo analistas, cerca de R$ 700 milhões serão desembolsados pelas empresas de telecomunicações no Rio. Durante os jogos, estima-se que o tráfego de informações irá triplicar, o que exige modernização de antenas e das redes de fibras óticas. “A capacidade da rede deverá ser ampliada entre 30% e 40%. Ainda não sabemos a cifra dessa mudança, mas será na casa dos bilhões”, disse Teresa Vernaglia, diretora-geral das empresas de telecomunicações do Grupo AES, fornecedora de equipamentos para empresas de telefonia. Durante a entrevista à DINHEIRO, por telefone celular, a ligação caiu três vezes. “Isso não pode acontecer na Olimpíada”, brincou. Outro ponto importante é a própria transmissão dos jogos.

Primeira empresa a patrocinar a candidatura Rio, a Embratel espera ser a escolhida. “Sempre acreditamos no potencial da cidade”, afirma Marcello Miguel, diretor de marketing da Embratel. “A nossa confiança na vitória do Rio era tão grande que aumentamos em 10% o patrocínio para atletas em 2009 e vamos dobrá-lo no ano que vem.”
A Dufry Duty Free, rede de free-shops que se beneficia diretamente com o aumento do turismo, também espera aproveitar a experiência dos Jogos Pan-Americanos, quando foi a operadora oficial dos produtos, para repetir o trabalho nos Jogos Olímpicos. Durante a campanha pela candidatura Rio, a empresa chegou a distribuir mais de 200 mil sacolas de venda com o logo da candidatura. Segundo José Carlos Rosa, diretor-geral da Duty Free, a empresa está pronta para investir pesado, desde que os projetos de reformas dos aeroportos do Rio saiam do papel.

“A Dufry tem recursos para acompanhar o desenvolvimento dos aeroportos do Rio e de todo Brasil. A empresa fechou o primeiro semestre de 2009 com caixa disponível superior a US$ 200 milhões”, afirma Rosa. É possível observar motivação semelhante na Localiza, empresa de locação de veículos. Não apenas pelo período dos jogos, mas no antes e no depois. A demanda durante as obras de infraestrutura na cidade deve garantir 80% da receita da empresa no período pré-olímpico, segundo o diretor de finanças e relações com investidores da empresa, Roberto Mendes. “Não importa o tamanho da demanda. Estaremos preparados para ela”, disse. Os investimentos, ainda não definidos pelos diretores da empresa, não serão pequenos. Antes mesmo da eleição do Rio, a Localiza havia investido neste ano, em ampliação e renovação da frota, a despeito da crise, algo próximo a R$ 1,5 bilhão. “Compramos 22 mil novos carros e vamos fortalecer nossa autuação com abertura de novas agências”, afirmou Mendes à DINHEIRO.

Para o ministro do Esporte, Orlando Silva, o orçamento entregue ao Comitê Olímpico Internacional (COI), que prevê gastos de R$ 28,8 bilhões, terá impacto direto na cidade. “Para cada R$ 1 gasto, outros R$ 3,6 são gerados na economia como um todo”, afirma Silva. Várias cidades que já sediaram Jogos Olímpicos deixaram aberta uma discussão sobre o legado do evento. Barcelona, que foi sede em 1992, mudou para melhor. Atenas, sede de 2000, acumulou dívidas bilionárias. No caso do Rio, o que se constata é que a transformação já está ocorrendo agora. No presente.

“O Rio não pode parar”

i148062.jpg

Eike Batista, que investiu R$ 23 milhões na candidatura do Rio, foi um dos grandes vitoriosos com a escolha da cidade e falou à DINHEIRO sobre seus projetos

DINHEIRO - O sr. ganhou mais uma aposta?
EIKE BATISTA – Confesso que estou orgulhoso por ter contribuído, de uma certa forma, para melhorar a autoestima do carioca. Sou mineiro de nascimento, mas me considero carioca. Vou entregar no segundo semestre de 2011 um novo Hotel Glória, cuja reforma irá gerar 400 empregos e dois mil indiretos. Vamos também transformar a Marina da Glória com investimentos de R$ 150 milhões.

DINHEIROE qual o próximo investimento no Rio?
EIKE – Tinha o sonho de construir no Rio um grande hospital, do mesmo nível do Sírio-Libanês e do Albert Einstein, os dois grandes hospitais de São Paulo. Muita gente aqui precisa ir para São Paulo para se tratar, o que é um absurdo.
Precisamos de um hospital de referência e agora, com a confirmação da Olimpíada, eu vou construir esse hospital. Já tenho o terreno na Barra da Tijuca. Quero fazer algo grande, de ponta. Investirei algo em torno de R$ 150 milhões. O Rio não pode parar.

DINHEIROO sr. foi criticado por emprestar o seu jato para o governador, já que possui projetos estratégicos importantes no Rio...
EIKE – Não vejo razão para as pessoas se preocuparem com algo tão pequeno. Se eu não cedesse o meu avião, eles não teriam tempo para ensaiar a apresentação final, que acabou sendo decisiva para a escolha do Rio. Além do mais, tudo foi feito de uma maneira tão transparente, tão aberta, que fica praticamente impossível eu pedir qualquer benefício político. Acho que não podemos perder tempo com isso.


 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Multimídia

Samsung faz sua aposta para ser a Apple das tevês

A série 8000, lançada oficialmente na sexta-feira (18) no Brasil, é o investimento da marca para ser o aparelho top de linha. DINHEIRO testou a versão ES8000 Led de 46 polegadas.

Executivos fora do escritório

O que fazem os ceos e diretores quando tiram o terno e a gravata e quais são seus hobbies para enfrentar o estresse no trabalho.

Mercado analisa inflação no Brasil e vendas de imóveis novos nos EUA

Nesta quarta-feira (23), sai o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da terceira quadrissemana de maio. Nos Estados Unidos, destaque para a venda imóveis novos.

Economia - Um vice-presidente com voz própria e personalidade forte

Crédito: Roberto Castro/Ag. Istoé

- - Fatos em Destaque

- - Fatos em Destaque


  • victor luiz da silva

    em 11/08/2011 11:12:01

    Gente vamos parar de hipocrisia,que não vai dar certo,etc...,já deu.Temos que ser otimista,tentar-mos,esqueçamos o passado.Esta será sem dúvida uma grande oportunidade para a nossa Economia se reerguer,através de captação de recursos externos,geração de empregos e tecnologia de ponta.

    Denuncie esse comentário

    • victor luiz da silva

      em 11/08/2011 11:04:06

      Gente vamos parae

      Denuncie esse comentário

      Por favor, preencha todos os campos abaixo para deixar seu comentário.
      A Istoé Dinheiro pode utilizar este comentário para divulgação na revista impressa.

        Isto é compartilhar

        Divida sua leitura com seus amigos

        Colunas

        ver todos
        publicidade

        Edições especiais

        • Editora 3

        índice de matérias edições anteriores edições especiais assine a revista

        © Copyright 1996-2011 Editora Três
        É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
        Fechar [X]