NEGÓCIOS

Nº edição: 697 | Capa | 11.FEV.11 - 21:00 | Atualizado em 23.05 - 12:03

Os novos magnatas do petróleo

Conheça as estratégias de empresários como Antônio Augusto de Queiroz Galvão, Márcio Rocha Mello e Eike Batista para sair na frente na corrida pela exploração das reservas bilionárias na América Latina e África

Por Tatiana Bautzer

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Vídeo: editora de negócios globais da IstoÉ DINHEIRO, Tatiana Bautzer, fala quem são e o que pensam os novos magnatas do petróleo

 

Na manhã gelada de 24 de janeiro em Nova York, o bilionário brasileiro Eike Batista fez uma provocação ao encontrar Márcio Rocha Mello, dono da HRT Participações e seu concorrente na área de petróleo, no hall do luxuoso hotel New York Palace.

– Você precisa produzir aquele óleo que você prometeu, né, Márcio? – disse o irreverente Batista.
– Vou produzir antes de você, Eike – respondeu Mello.
– Não acredito – replicou o dono da OGX.
 
Ambos estavam nos Estados Unidos para atrair investidores para seus negócios com o ouro negro, a nova fronteira de riqueza do Brasil no século XXI. A pressão sobre os dois e suas empresas bilionárias no mercado para começar a entregar o petróleo prometido aumentou na semana passada com a estreia de uma nova concorrente na bolsa de valores, a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP). 
 
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Márcio Rocha Mello, da HRT: campos na Amazônie e África e expectativa para
próximas rodadas de licitação da Agência Nacional do Petróleo
 
A companhia, baseada no Rio de Janeiro, captou R$ 1,5 bilhão em seu IPO (oferta pública inicial) e chegou ao mercado já como a quarta maior produtora do País, atrás apenas da Petrobras e das multinacionais Shell e Chevron. 
 
A empresa detém 45% do campo de Manati, na bacia de Camamu, no litoral da Bahia, que produz 50 mil barris de óleo equivalente por dia e participa de oito blocos exploratórios, incluindo reservatórios no pré-sal, nas Bacias de Santos e Jequitinhonha.
 
Com a chegada da QGEP à bolsa valendo quase R$ 5 bilhões, as três petroleiras privadas brasileiras já atingem capitalização de mercado de nada menos de R$ 70 bilhões. 
 
Em outras palavras: as novatas empresas dos magnatas do petróleo brasileiro, Eike Batista, Márcio Mello e família Queiroz Galvão já correspondem a 20% da gigantesca Petrobras, criada há mais de meio século. 
 
E mais: esse clube de empresários poderosos só tende a crescer nos próximos dez anos, com os investimentos previstos em US$ 600 bilhões para o setor petrolífero no período.
 
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Novatas, mas não exatamente inexperientes. “Nossa experiência no setor antecede em muito a criação da companhia. Prestamos serviços há 30 anos para a cadeia de óleo e gás e estamos na exploração há quinze”, disse o presidente da QGEP, Antônio Augusto de Queiroz Galvão, na cerimônia que marcou a estreia de suas ações, realizada na Bovespa, no centro velho da capital paulista, na última quarta-feira, 9. 
 
O grupo Queiroz Galvão, dono da quarta maior construtora do País e com atuação em setores como rodovias, energia, siderurgia e agronegócio, foi fundado em 1953, em Recife. 
 
Hoje, tem cerca de 30 mil empregados e fatura mais de R$ 7 bilhões por ano. Com sua nova aposta, tende a crescer ainda mais. “Um grupo empresarial que conhece o Brasil há tanto tempo não poderia ficar de fora deste momento tão promissor da indústria de óleo e gás, notadamente a descoberta do pré-sal”, afirmou o empresário.
 
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Ipo da OGX em 2008: lançada como um projeto, está sendo cobrada a entregar resultados
 
Nos documentos entregues aos investidores, a QGEP informa que usará o dinheiro arrecadado no IPO para a compra de participações em blocos de exploração nas bacias de Campos, Santos e Espírito Santo. 
 
Embora a cotação do barril de petróleo esteja acima de US$ 100, a Queiroz Galvão captou menos do que os R$ 1,8 bilhão inicialmente previstos, em decorrência do nervosismo do mercado internacional diante da crise no Egito. Nesse ambiente, captar R$ 1,5 bilhão já é um sucesso.
 
A QGEP é pequena em reservas, comparada às concorrentes: tem 345 milhões de barris de óleo equivalente em recursos riscados (ajustados pela probabilidade de sucesso), enquanto a OGX tem reservas estimadas em 6,7 bilhões de barris e a HRT, em cerca de 1,5 bilhão. 
 
As reservas da Petrobras somam cerca de 15 bilhões, mas esse número poderá dobrar quando forem incorporadas as gigantescas reservas da camada pré-sal. Extrair todo esse óleo e comercializá-lo é tarefa para gigantes. 
 
No melhor estilo da elite das empreiteiras, os donos da Queiroz Galvão falam pouco. Antônio Augusto, presidente do conselho de administração do grupo, é filho do patriarca Antônio Queiroz Galvão, que fundou a empresa com os irmãos Mário, João e Dario. 
 
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Engenheiro formado pela Universidade Federal de Pernambuco, tem cursos de especialização em petróleo no Texas e na Louisiana, nos Estados Unidos. É chamado pelo presidente da QGEP, José Augusto Fernandes, de “grande chefe e líder”. A estreia na bolsa reforçou seu estilo low profile.
 
Quando a HRT captou R$ 2,6 bilhões em sua oferta de ações, em novembro do ano passado, Marcio Mello levou passistas e músicos da escola de samba Beija Flor ao pregão da Bovespa. 
 
Nada mais distante da discretíssima cerimônia da Queiroz Galvão: Antônio Augusto chorou ao agradecer aos pais e à esposa, que estavam presentes. A trilha musical estava a cargo de um singelo grupo de chorinho. “Eles são muito mais contidos nas apresentações aos investidores”, diz um dos assessores financeiros do empresário. 
 
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Abertura de capital da HRT: A empresa levantou R$ 2,6 bilhões e deve captar outros R$ 500 milhões em Warrants
 
Monossilábico, Antonio Augusto não concorda em ser chamado de novo magnata do petróleo brasileiro e economiza até a palavra “não” ao ser questionado pela DINHEIRO sobre seu novo status – apenas faz um meneio com a cabeça. Gentil, não dá entrevista, mas concorda em posar para as fotos desta reportagem. 
 
Lidar com as demandas de uma empresa de capital aberto será um dos principais desafios para o grupo, que tem uma cultura conservadora, mesmo para os fechados padrões das grandes construtoras. 
 
Enquanto a OGX e, principalmente, a HRT se colocam como concorrentes da Petrobras, a Queiroz Galvão diz que uma de suas maiores vantagens competitivas é seu “bom relacionamento com a Petrobras”. No entanto, alguns analistas consideram que essa proximidade é, na verdade, um problema, porque torna a QGEP mais dependente da estatal.
 
Ao menos protocolarmente, a chegada da QGEP foi bem recebida pela concorrência. “Acho ótimo ter concorrentes na bolsa. O mercado é agressivo e punitivo e, assim como cobra resultados da gente, vai cobrar deles também”, disse o magnata por excelência Eike Batista, em entrevista à DINHEIRO na quinta-feira, 10. 
 
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Numa teleconferência na véspera – não por acaso o mesmo dia da estreia da Queiroz Galvão na Bovespa – Batista anunciou que a OGX começa a produzir petróleo em agosto, num poço de alta produtividade em águas rasas da Bacia de Campos. 
 
“Nós passamos no nosso teste de São Tomé”, afirmou, referindo-se ao anúncio de que o poço Waimea Horizontal tem vazão de 40 mil barris de petróleo por dia, um dos mais altos índices de produtividade da Bacia de Campos. 
 
O custo de extração do barril é baixíssimo, de US$ 8, porque o poço fica em águas rasas – um motivo e tanto para comemorações. “Hellooo!! Teremos uma margem altíssima e no ano que vem a geração de caixa será de US$ 1 bilhão”, afirmou Batista, rebatendo as críticas mais comuns do mercado às suas empresas: de que elas não geram caixa. Por enquanto, a OGX está no vermelho. O prejuízo foi de R$ 84,7 milhões nos primeiros nove meses do ano passado.
 
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Queiroz Galvão Exploração e produção: Valor de mercado de R$ 5 bilhões 
 
Sempre otimista, o empresário continua com grandes planos. A OGX deve ser listada em Londres até o segundo semestre do ano, para permitir o ingresso de investimentos de fundos de pensão estrangeiros que hoje não podem comprar os papéis da empresa. 
 
A empresa já chegou a valer mais de R$ 70 bilhões na bolsa, mas recuou para R$ 57 bilhões em meados de fevereiro. Só neste ano, os papéis recuaram 10%, refletindo a decepção com o fato de Batista não ter concluído a venda de participações em seus poços de petróleo a investidores estratégicos, o que estava previsto para o fim do ano passado. 
 
Batista diz que continua negociando com muitos grupos, mas não tem data para fechar negócio. Ele credita a perda de valor de mercado a “rumores” que envolveriam sua saúde e uma eventual debandada de executivos do grupo. Isso ocorreu depois da demissão do presidente da OGX, Rodolfo Landim, em 2009.  
 
Rocha Mello, que desafiou Batista em Nova York, tem sido mais precavido e, desde que a HRT abriu capital, em novembro passado, tenta mostrar que o início da produção de petróleo está próxima. 
 
“No plano de negócios prometemos produção só em 2012, mas estamos antecipando para este ano”, disse Rocha Mello à DINHEIRO. A HRT prevê chegar ao fim do ano com produção entre 500 e 5 mil barris diários, em cinco poços na bacia do Solimões, na Amazônia. 
 
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O modelo de negócios da HRT é autônomo: a empresa faz questão de ser a operadora dos campos e por isso não deve disputar o pré-sal brasileiro, que será operado exclusivamente pela Petrobras. 
 
“Com o conhecimento e a operação, você tem controle do seu destino”, afirma Rocha Mello. Além da participação de 51% em 21 poços da bacia do Solimões, a HRT controla outros cinco na Namíbia. 
 
“Somos focados na Bacia do Solimões e na África. Queremos disputar as próximas rodadas da Agência Nacional do Petroleo (ANP) fora do pré-sal, e crescer na Namíbia, Congo e Angola”. Ele também pretende listar sua companhia em bolsas do Exterior, começando pelo Canadá em 2012.
 
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Exímio vendedor, Rocha Mello é um geólogo formado numa carreira de 24 anos na Petrobras, onde recebeu o apelido de Mr. Go Deeper por ter escrito artigos científicos já no ano 2000 apontando a possibilidade de depósitos abaixo da camada de sal. 
 
Foi o fundador do primeiro laboratório de geoquímica da estatal. Segundo ele, o investimento na África faz todo sentido. “Os continentes são análogos, é possível encontrar reservas de pré-sal na Namíbia e em Angola”, afirma. Há quem veja com cautela essa opção. Rocha Mello rebate as críticas. “A Namíbia é uma das democracias mais estáveis da África.”
 
A modéstia, aliás, não é seu forte: Rocha Mello costuma dizer, escandindo todas as sílabas, que sua empresa será a maior companhia independente do mundo e que já no ano que vem terá valor de mercado de R$ 30 bilhões. E compara seu estilo de administração ao do fundador da Apple, Steve Jobs. 
 
“Eu me meto em tudo aqui na companhia, mas de uma maneira produtiva e não destrutiva.” Até agora, tem conseguido convencer o mercado. A HRT é a única empresa do setor a subir na bolsa neste ano:  4,5%. 
 
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Mas tanta euforia em torno do petróleo não será passageira, tendo em vista os investimentos crescentes em energia renovável e as limitações de emissões negociadas internacionalmente? Especialistas e a Agência Internacional de Energia (AIE) afirmam que não. 
 
“A participação do petróleo na matriz energética mundial deverá continuar elevada por muito tempo, assim como os preços”, afirma o analista de petróleo da consultoria Tendências, Walter de Vito. 
 
Em seu último relatório, a AIE prevê que a era do petróleo barato acabou. Em 2035, prevê, o preço do barril de petróleo deverá oscilar entre US$ 90 e US$ 140, dependendo das políticas adotadas contra a emissão de carbono.
 
São esses dados que entusiasmam os investidores. A próxima onda de empresas que devem vender ações na bolsa é a de prestadoras de serviços para a cadeia de óleo e gás. Uma delas é a Petroserv, que atua em equipamentos e distribuição de petróleo. 
 
A Odebrecht Óleo e Gás, braço do grupo Odebrecht no setor, chegou a avaliar a venda de ações na bolsa, mas desistiu depois de receber US$ 400 milhões do fundo soberano Temasek, de Cingapura. 
 
Nos EUA, as companhias de serviços representam 35% da capitalização no setor petrolífero. Na Noruega, 80%. Aqui, menos de 5%. Se depender das novas apostas dos magnatas do petróleo, o cenário promissor vai se concretizar.
 

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Crédito: Roberto Castro/Ag. Istoé

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  • em 07/02/2012 14:39:02

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    • em 07/02/2012 10:29:53

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      • em 07/02/2012 06:35:55

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        • em 07/02/2012 02:38:17

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          • em 06/02/2012 22:45:36

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            • José Rubens.

              em 04/02/2012 19:36:01

              gostaria primeiramente de parabenisar esse brilhante enpreendendor que é o Eike batista , e diser , que confio na sua esperiencia de vida que vsa execelencia continuara buscando o melhor para este país , conheco um pouco da sua trajetoria, o livro o x da questão esplica tudo!amei obrigado.leião é mb

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              • cicerodeteo

                em 30/12/2011 08:27:59

                EIKE não confie em ninguem nem um tantinho assim mais aplique os bilhoes em favor deste povo varonil confiamos em DEUS

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                • nOXGrZXsy

                  em 17/10/2011 16:49:07

                  There are no words to descirbe how bodacious this is.

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                  • Chaves

                    em 12/09/2011 01:43:57

                    Tomara que com esse dinheiro advindo do petróleo, o país consiga desenvolver armamento bélico de defesa do país, já que passou os EUA. E 'não sei porquê' os EUA estão massacrando justamente Irã, Iraque, Líbia. Países que tem reservas muito maiores do que as descobertas nos EUA.

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                    • Cesar Valle

                      em 15/08/2011 07:26:12

                      Deixe eu entender, querem dizer que três personagens com nada de patrimônio real e estrutura, mas que se alavancaram de forma virtual com papeis podres, estão em 20% do patrimônio da petrobras, sendo que nem estrutura física a contento essa turma tem. Cade as refinarias e offshore deles???

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                      • lucas landim

                        em 06/08/2011 16:02:50

                        bela matéria eu trabalho na cadeia de exploração de petróleo e esse setor é muito promissor mas é necessário muito investimento para começar a produzir então ainda tem muita água pra rolar ainda.

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                        • Manuel Gonçalves

                          em 26/06/2011 19:54:27

                          Estes empresários representam um estímulo ao empresariado nacional de que a palavra crise desve ser excluída de seus dicionários e incluir as palavras,determinação,garra e fé no futuro do país. Manuel Gonçalves Presidente da Meganegócios Brasil Investments

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                          • Cláudio Roberto de Almeida Viana

                            em 26/04/2011 12:37:26

                            Esse país não é um país sério mesmo. Já dizia um político estrangeiro tempos atrás. Não me passa pela cabeça aceitar a Petrobrás operador e menos ainda exclusivo do pré-sal, se é que há tanto barril lá e muito menos que esse governo aceite um quase monopólio extrativo, e refino de petróleo por essa.

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                            • Ricardo Marins

                              em 21/03/2011 10:56:54

                              A HRT é uma Empresa que veio para ser vencedora na área de petróleo, tem um grande presidente como profissional e como pessoa que trata seu fucionários como família, isso é a base para ter uma grande estrutura. Continue assim, pois Marcio Mello tem um dom que poucos tem, é a rocha virar ouro.

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                              • HORIOSVALDO DA SILVA

                                em 10/03/2011 16:35:17

                                pois o BRASIL é a NAÇÃO mais RICA do mundo em termos de RIQUEZAS E RECUROS NATURAIS - mas, porque??como a ÁFRICA VIVE NUMA MISÉRIA QUE DÁ DÓ.. - ao contrário de nações que não tem quase nenhuma RIQUEZAS E RECUROS NATURIAS - como o JAPÃO, MAS QUE AS SUAS ELITES.etc.só pensam no povo -

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                                • HORIOSVALDO DA SILVA

                                  em 10/03/2011 16:03:12

                                  exemplo, são PAÍSES MINIMOS E SEM QUASE NENHUM RECURSOS RIQUEZAS NATURAIS - mas que as suas ELITES,LIDERANÇAS,PARLAMENTARES só pensam no bem estar do seu povo - como por exemplo, JAPÃO, - vive explorando e arrancando até as BALEIAS..ETC.das outras nações -

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                                  • HORIOSVALDO DA SILVA

                                    em 10/03/2011 16:00:18

                                    RIQUEZAS E RECURSOS NATURAIS, países africanos, brasileiros, sempre tiveram, - mas que sempre beneficiou os DONOS DAS MULTINACIONAIS, e alguns pouquississimos brasileiros - MAS O POVO LOCAL ficou só com os PREJUÍZOS, sempre foi assim, mas e agora????????????? -

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                                    • HORIOSVALDO DA SILVA

                                      em 10/03/2011 15:53:27

                                      da mesma forma que fazem os países desenvolvidos, explorando tudo que é RIQUEZAS E RECURSOS NATURAIS PRÓPRIOS E COMO DE OUTRAS NAÇÕES LACUCARACHA, mas, repassando para o seu POVO, POVO dos países do primeiro mundo....da mesma forma age o tal SULTANATO DE BRUNEI, RIQUISSISSSIMOS EM PETRÓELO

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                                      • HORIOSVALDO DA SILVA

                                        em 10/03/2011 15:51:16

                                        e quanto irá pra o POVO BRASILEIRO, ATRAVÉS DAS SUAS categorias profissionais, como - a saúde, a educação..etc.. -

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                                        • edemar

                                          em 20/02/2011 20:47:50

                                          amigos o pt disse que naõ privatiza nada mas essas empresas que estaõ produzindo petroleo naõ compraram participaçaõ no pre sal e sei la mais - isso tambem e privatizaçaõ - pois como a vale tem donos brasileiros e fundos como bradesco- essa empresas ogx -hrt tambem compraram da BR ESSE PT PRIVATIZOU

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