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online | ECONOMIA | 09.AGO.10 - 18:14 | Atualizado em 11.08 - 20:22

BB, Caixa e Bradesco vão compartilhar caixa eletrônico

Por Altamiro Silva Júnior

O acordo da Caixa Econômica Federal com o Banco do Brasil e o Bradesco na bandeira nacional Elo inclui o compartilhamento de caixas eletrônicos dos três bancos. Segundo o presidente do BB, Aldemir Bendine, esse compartilhamento começa em 30 dias. Como a Caixa já compartilha sua rede com o BB, que possui alguns terminais compartilhados com o Bradesco, a avaliação dos três bancos é que não haverá maiores problemas para unir as estruturas.

O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, destaca que os três bancos juntos têm mais de 100 milhões de clientes. Só a Caixa abre 15 mil contas por dia. O Santander também deve participar do compartilhamento dos caixas.

Elo

A Caixa terá participação de 33% na bandeira de cartões Elo, criada pelo Bradesco e Banco do Brasil em abril. A Caixa, que tem fatia de 1,14% na credenciadora de lojistas Cielo, também aumentará a participação na empresa, mas o porcentual ainda não foi definido, afirmou a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho.

O primeiro cartão da Elo será emitido em outubro. A empresa é controlada por uma holding que tem o Bradesco (com 51% do capital) e o BB (com 49%) como sócios. A Caixa ainda vai definir o porcentual que terá na holding. Além da Elo, a holding é composta por outras empresas, como a Elo Vale, de cartões de benefícios.

A Caixa chegou a conversar com outras bandeiras, mas optou por fechar com a Elo, segundo Maria Fernanda. Comenta-se no mercado que a Hipercard, do Itaú, e a bandeira argentina Cabal, foram sondadas.

O presidente do Bradesco disse que a entrada da Caixa na bandeira Elo fará os ganhos de sinergia superarem R$ 1 bilhão. O carro-chefe da bandeira será o cartão de crédito, mas plásticos de débito e cartões pré-pagos também estão no foco.

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  • Eduardo Ribeiro Mendes

    em 11/08/2011 20:22:21

    Ganha-se em concorrência porem, espera-se que seja refletido tambem na diminuição das taxas que se reproduzem continuamente nas faturas dos cartões de credito, alem dos juros extratosférico que faz do Brasil a menina dos olhos para os especuladores economicos.

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