FINANÇAS

Nº edição: 668 | Finanças | 23.JUL.10 - 21:00 | Atualizado em 07.02 - 14:31

O jogo global do Itaú

A estratégia de Roberto Setubal para crescer no varejo bancário internacional começa pela América Latina. Conheça os seus próximos passos

Por Cláudio Gradilone

Confira abaixo entrevista exclusiva com o presidente do banco, Roberto Setubal:

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A foto de Roberto Setubal que ilustra esta reportagem é bem diferente das habituais. Em geral, o discreto e formal banqueiro não dispensa a gravata em nenhum dia da semana. No entanto, às sextas-feiras, o comitê executivo do Itaú Unibanco tem adotado um estilo um pouco mais despojado.
 

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Roberto Setubal: presidente do Itaú Unibanco

Ao receber a DINHEIRO na imponente sede do grupo, em São Paulo, Setubal demonstrava uma leveza típica de quem já está com a vida ganha. Mas não se engane: apesar do bom humor, ele sabe que tem uma tarefa gigantesca pela frente.

A fusão entre o Itaú e o Unibanco ainda não está concluída – deverá prolongar-se até meados de 2011, quando as mil agências do Unibanco terão sido convertidas em agências Itaú. Enquanto um exército de funcionários cuida dessa transformação, Setubal e seus principais executivos já preparam os novos lances de uma estratégia agressiva de crescimento.

Um dos pilares dessa ofensiva é algo inédito no sistema bancário nacional: uma aposta firme no varejo fora do Brasil. Discreta e cautelosamente, o Itaú Unibanco está analisando as possibilidades de ampliar sua presença internacional.

“Já estamos em todos os países do Mercosul e no Chile e pretendemos expandir nossas atividades para o varejo nos países mais próximos do Brasil”, diz Setubal. Ele reconhece o tamanho do desafio. “Temos presença internacional, mas não somos um banco global; nossa aspiração é ser, no mínimo, um banco regional nos próximos anos”, diz.

Crescimento internacional sempre foi um tema delicado para os banqueiros brasileiros. A atuação além-fronteiras concentrava-se em poucas atividades: financiar o comércio exterior, apoiar as empresas daqui que se internacionalizavam e buscar acesso às reservas de capital dos países desenvolvidos.
 

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Agência do banco em Tóquio (dir.) e edifício na avenida Nueve de Julio,
em Buenos Aires (à esq.), já ostentam a marca Itaú

 

Mais recentemente, os banqueiros miraram nichos de mercado, como as comunidades de brasileiros no Exterior, em especial os dekasseguis no Japão. Varejo, no entanto, sempre foi tabu. A principal dificuldade é conquistar a confiança do consumidor.

A penetração em mercados desenvolvidos, como os dos Estados Unidos, Europa e Japão, esbarra tanto em restrições legais quanto na tradicional desconfiança dos clientes em relação a um banco oriundo de um país emergente. Outra dificuldade é a diferença de culturas, demonstrada por alguns estrangeiros que testaram o mercado brasileiro e se deram mal.

Um bom exemplo é o do espanhol BBVA. Ao comprar o Excel Econômico em 1998, ele repetiu uma estratégia de marketing que havia sido muito bem-sucedida na matriz: brindar os clientes que abriam contas com panelas e toalhas. Fiasco total. O BBVA foi absorvido pelo Bradesco menos de três anos depois de desembarcar por aqui.

O desafio para o Itaú Unibanco é cravar sua bandeira fora do Brasil sem cometer derrapadas como essas. Para mitigar os riscos, o banco tomou suas precauções. Uma delas foi montar um conselho consultivo internacional de peso.  Grandes nomes do capitalismo global, como Marcel Telles, da Anheuser-Busch InBev, e Carlos Ghosn, da Renault-Nissan, estão entre os notáveis que vão orientar essa expansão. Algumas diretrizes já foram estabelecidas. Uma delas é começar em países mais próximos geograficamente.

“Não pretendemos atuar no varejo em todos os continentes. Vamos testar primeiro o mercado da América Latina”, diz Setubal. Ele descarta a hipótese de tentar operar no varejo europeu ou asiático. “As culturas são muito diferentes”, diz. A segunda decisão é não começar do zero, para não ter de percorrer toda a curva de aprendizagem. “Se formos para o varejo será por meio de aquisições ou associações.”
 

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Conselho de notáveis: da esquerda para a direita, em pé: Marcel Telles, Pedro Malan, Pedro Aspe, Raghuram Rajan, André Lara Resende.
Sentados: Jacob Frenkel, Roberto Setubal, Pedro Moreira Salles, Woods Staton e Ricardo Villela Marino

Alguns desses passos já foram dados. O Itaú Unibanco está em todos os países do Mercosul, mas sua única operação varejista de fato fica na Argentina. Sem pressa, mas sem perder tempo, o banco está aproximando as atividades nos demais países do Mercosul do modelo brasileiro.

No Paraguai, por exemplo, fica o Interbanco, pertencente ao Unibanco. A decisão é converter as agências para a marca do Itaú, apesar de o nome Interbanco ser sólido no mercado paraguaio. No Uruguai e no Chile, as bandeiras do BankBoston já foram trocadas pela marca brasileira.

Em 2006, quando o Itaú comprou as operações latino-americanas do BankBoston, a filial chilena foi incluída na transação. Não era um banco grande, ocupava a sétima posição no ranking local, mas foi essencial para o Itaú aprender a trabalhar em mercados com o chamado grau de investimento: maduros, estáveis e com juros baixos.

“O Chile será um bom laboratório”, disse, na época da aquisição, o vice-presidente do Itaú, Alfredo Setubal. E hoje, quatro anos depois? “Aprendemos muito”, diz Roberto. A experiência chilena será proveitosa além das fronteiras da América Latina.

Setubal não faz comentários, mas quem conhece os meandros do banco das famílias Setubal, Villela e Moreira Salles sabe que os brasileiros e hispânicos que trabalham nos Estados Unidos são um nicho de mercado apetitoso para qualquer banqueiro com ambições regionais.
 

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Emílio Botín: banqueiro espanhol aposta firme na América Latina, e Itaú pode seguir seus passos no México
 

Guardadas as devidas proporções e passada a tormenta da crise bancária de 2008, o mercado americano tem características de estabilidade e maturidade com as quais o Itaú já se acostumou no Chile. Portanto, uma arremetida nos Estados Unidos não será descartada.

O Itaú Unibanco já tem um atalho pronto para o mercado hispano-americano: uma operação de cartões de crédito que o Unibanco possuía no México, antes da fusão. O México não é relevante apenas por ser, ao lado do Brasil, uma das economias mais importantes da América Latina. É também o país latino com as ligações mais próximas com os Estados Unidos.

O arquirrival Bradesco já está de olho nesse filão. Em janeiro deste ano, adquiriu as operações mexicanas do banco Ibi, que pertencia à cadeia de lojas C&A. O Itaú Unibanco pode estar comprando algo no México? “Não temos nada em vista”, diz Setubal.

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Ele voltou a desmentir os rumores que circularam insistentemente em 2008, de que poderia estar comprando o Banamex, segundo maior banco mexicano, que pertence ao Citigroup. Na época, o Citi atravessava a fase mais sinistra de seu processo de ajuste. Desesperado por capital, o banco americano poderia ter de vender ativos.

Coincidentemente, no anúncio da fusão, em plena crise bancária global, Setubal e Pedro Moreira Salles disseram que tinham ambições internacionais. Não demorou para que dezenas de banqueiros de investimento visitassem o Itaú Unibanco para demonstrar a lógica de comprar o Banamex.

“Havia lógica no negócio naquele momento, mas o Citi nunca abriu conversas sobre o Banamex”, diz Setubal. “Eu sempre perguntava a quem vinha me propor o negócio: ‘você tem mandato do Citi? Não? Então, no dia em que você tiver, volte que nós conversamos’ e as reuniões acabavam por aí.” Setubal garante que não havia, nem há, negociações em aberto. Se houvesse, certamente não falaria nada até o desfecho da transação, como é comum nos grandes negócios.

Para os especialistas, a estratégia de mirar o varejo lá fora faz todo o sentido para o Itaú Unibanco. “Os bancos brasileiros não podem querer se limitar a operar apenas dentro das fronteiras nacionais”, diz Antonio Bento de Mendonça, diretor da consultoria europeia Solving Efeso International. “Eles têm de montar operações regionais para poder se manter à tona no cenário global.”

Hoje, o Itaú Unibanco já está entre os maiores do mundo em valor de mercado, mas ainda está longe do topo em tamanho de ativos. Segundo a revista inglesa The Banker, o banco liderava na América Latina em fins de 2009, mas ocupava uma discreta 33ª posição no mercado global. O banco ainda tem um longo caminho a percorrer lá fora.

O Itaú Unibanco pode se aproveitar da experiência de outro banco que optou por se defender da concorrência crescendo na América Latina: o espanhol Santander. Há 20 anos, Emílio Botín controlava uma instituição familiar, com atuação limitada a algumas cidades do norte da Espanha.

 Hoje, é o maior banco do país, um dos maiores da Europa e obtém quase dois terços de suas receitas no exterior. A América Latina é seu principal mercado fora de casa. Com quase 600 milhões de consumidores, o continente tem 21 países, dez territórios e gera 9% do PIB mundial.

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O Santander aposta em sete mercados: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai. Juntos, eles concentram 75% da população do continente. Em 2009, três deles – Brasil, México e Chile – detinham 85% dos negócios financeiros na região.

Focar nesses mercados é uma questão de lógica econômica. Há poucas semanas, Botín comprou a parte que o Bank of America possuía no Santander México e assumiu o controle da instituição. Não será uma surpresa se, cedo ou tarde, o Itaú fortalecer suas operações por ali.

Uma expansão regional é a melhor estratégia que o banco brasileiro pode adotar para manter-se à tona no cenário global. Há alguns anos, um concorrente que se sentisse incomodado com o crescimento do Santander poderia sustar o problema comprando a matriz na Espanha.

“Hoje, o banco espanhol cresceu tanto que isso deixou de ser uma possibilidade”, diz Mendonça. O valor de mercado do Santander no fim de 2009 era de US$ 136 bilhões. O do Itaú Unibanco, US$ 104 bilhões. Com a crise europeia, a diferença diminuiu.

No final de julho, o Santander valia US$ 105 bilhões e o Itaú Unibanco, US$ 95 bilhões, segundo a Bloomberg. Continuar no ataque, portanto, é a melhor defesa para os brasileiros. “Os bancos que não quiserem ser alvos de uma proposta irrecusável de um gigante de fora têm de ganhar musculatura além do mercado brasileiro”, afirma o consultor.

Essa estratégia tem riscos, é claro. O principal deles é que, ao migrar para fora do Brasil, a alternativa para o Itaú é testar países menos estáveis – basta pensar em uma improvável aposta na Venezuela, por exemplo. Sofrer com turbulências internacionais não é novidade na história do Itaú Unibanco.

Em 2002, quando o governo argentino decidiu não pagar sua dívida, a subsidiária argentina do Itaú teve de amargar um prejuízo milionário. Solavancos desse tipo fazem parte do caminho de qualquer banco que se arrisca a carimbar passaporte. Ficar em casa, porém, não é uma opção. “É o varejo que permite uma expansão internacional de fato”, diz Setubal. “Sem ele, as atividades bancárias de atacado não são sustentáveis no longo prazo.”

 

Entrevista: Roberto Setubal
"O varejo na América Latina é nosso alvo"

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Roberto Setubal, presidente executivo do Itaú Unibanco, fala sobre as perspectivas da expansão internacional

Não há mais possibilidade de crescer por aquisições no Brasil. Qual será a estratégia de agora em diante?
Se a economia brasileira continuar a crescer, o banco cresce com ela. Teremos muita demanda por crédito e outras linhas de negócio. É um bom problema, pois o Brasil está crescendo muito e não somos obrigados a buscar negócios no Exterior, apesar de esse ser um mercado interessante.

O banco pensa em internacionalizar suas atividades?
Quando anunciamos a fusão, dissemos que tínhamos aspirações internacionais, mas a primeira prioridade era executar a fusão, algo que deverá estar concluído até 2011. Existem oportunidades lá fora e estamos começando a olhar um pouco isso, já que a fusão caminha bem. Temos essa aspiração de ser no mínimo um banco regional nos próximos anos.

Mas o banco já não tem uma atuação fora do Brasil?
Somos um banco grande e forte, muito respeitado no Exterior, sólido e dinâmico. Estamos em um país que atravessa um bom momento. No entanto, temos de ser realistas: temos negócios internacionais, mas não somos um banco global. Estamos presentes em todos os países do Mercosul. O Itaú já estava na Argentina, e com o BankBoston e com o Unibanco vieram Paraguai, Uruguai e Chile. Por enquanto, estamos caminhando bem. Conseguimos fazer os bancos que compramos crescer e se tornar mais rentáveis. Estamos sentindo que podemos jogar esse jogo, principalmente da América Latina de uma forma geral.

Isso significa atuar no varejo em outros países?
É o varejo que proporciona a base de desenvolvimento do negócio. Ele cria a presença física, constrói a marca e permite obter o funding, que são fundamentais para desenvolver a atividade bancária. Para trabalhar em um país é preciso ter funding local. Sem isso, a atuação fica muito limitada. Pode administrar ativos, ter banco de investimentos, banco de atacado, mas é uma atuação limitada.

Como será essa ida para o varejo?
Se formos para o varejo, será por meio de aquisições ou associações. Não pensamos em começar um banco do zero em algum país do mundo. Não é trivial administrar um banco fora do Brasil. É preciso dosar que decisões ficam centralizadas em São Paulo e quais são tomadas localmente. Isso é fundamental, pois por um lado há o risco de centralizar demais e deixar o banco lento, e por outro não é possível dar autonomia demais, pois há um conglomerado e uma marca por trás.

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Crédito: Roberto Castro/Ag. Istoé

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                • JOSE GASTAO PEREIRA DA SILVA

                  em 15/04/2011 19:40:26

                  Muito interessante e respeitavel a intenção do Grupo Itau Unibanco em desbravar fronteiras para toda a America do Sul, pelo pouco que conheço do Dr.Roberto Setubel , creio numa concretização de suas metas em breve , e ai conheceremos o novo gigante das américas ITAU , acho oportuno e maravilhoso.

                  Denuncie esse comentário

                  • JOSE GASTAO PEREIRA DA SILVA

                    em 15/04/2011 19:40:25

                    Muito interessante e respeitavel a intenção do Grupo Itau Unibanco em desbravar fronteiras para toda a America do Sul, pelo pouco que conheço do Dr.Roberto Setubel , creio numa concretização de suas metas em breve , e ai conheceremos o novo gigante das américas ITAU , acho oportuno e maravilhoso.

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                    • ademir soares

                      em 20/02/2011 15:56:11

                      Procurem saber quantas ações trabalhistas tem o Itaú. O respeito às leis trabalhistas não são um dos fortes desse banqueiro. São poderosos e não cumprem a lei nem as desisões dos juízes do trabalho que parecem não ter poder para fazer cumprir. É duro ser funcionário desses banqueiros e os clientes?

                      Denuncie esse comentário

                      • acompanhantes escortsp.com.br

                        em 11/12/2010 10:08:42

                        As mais belas acompanhantes de sao paulo esperam por vc aqui www.escortsp.com.br

                        Denuncie esse comentário

                        • DEBORA M DA SILVA

                          em 07/09/2010 14:44:14

                          LI OS COMENTARIOS MAS, CHAMA A ATENÇÃO UM COMENTARIO ONDE EXISTE UMA SERIA RECLAMAÇÃO ONDE, UM CONSUMIDOR RECLAMA DE UMA PRESTAÇÃO DE CONTAS POR APROPRIAÇÃO ONDE, POSSUI ACORDÃO TRANSITADO E JULGADO PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA , COMO PODE UMA INSTITUIÇÃO QUE VIVE NA MIDIA, FAZER POUCO CASO!!!!

                          Denuncie esse comentário

                          • giovane dos santos pereira

                            em 25/08/2010 15:56:38

                            brasil paraiso dos banqueiros(familia setubal,villela,moreira salles,etc)

                            Denuncie esse comentário

                            • VALDEMIR

                              em 06/08/2010 22:03:13

                              Alguém tem dúvida da estratégia deste mestre e estrategista ? Este Banco sempre que se propôs chegou onde queria e estou certo que será um dos principais da América Latina

                              Denuncie esse comentário

                              • Anderson Rocha

                                em 27/07/2010 18:07:17

                                Eu quero ver banqueiro ganhar dinheiro em mercado competitivo, onde existe um milhão disputando cada cliente e o banco seja enquadrado pelas autoridades se praticar o descrito acima.

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                                • Anderson Rocha

                                  em 27/07/2010 18:06:09

                                  Ser banqueiro no mercado brasileiro é bom demais. É taxa pra cá, cobrança de talão de cheque aqui, cobrança de extrato ali, serviço de atendimento ao cliente não precisa funcionar, estacionamento do banco gera receita, filas quilométricas nas agências, salários de fome aos funcionários, etc.

                                  Denuncie esse comentário

                                  • Júlio César de Carvalho

                                    em 26/07/2010 22:09:29

                                    Como é bom ouvi as palavras de um dos grandes chefes visionários do Brasil e do Mundo! Eu também torço para que as fusões e aquisições continuem acontecendo, tanto de bancos de varejo bem como bancos de investimentos. É um orgulho ser colaborador do Itaú Unibanco. Saudações!

                                    Denuncie esse comentário

                                    • Rosimeire

                                      em 25/07/2010 22:56:37

                                      É sem dúvida uma estratégia fantástica buscar o crescimento no varejo tambem no mercado internacional, o que mostra a capacidade deste fabuloso banco em gerar valor em diversos mercados, acredito que com esta visão de negocio, muito em breve o Itau Unibanco estará entre os maiores também em ativos.

                                      Denuncie esse comentário

                                      • Anders Ferreira

                                        em 25/07/2010 19:30:15

                                        É muito bom ver um banco brasileiro atuando lá fora, mesmo sendo de forma modesta. Ele está no caminho certo e crescer fora do Brasil para o Itaú é questão de tempo. No Brasil ou no mundo não exite nenhum banco perfeito, altas taxas de juros que bancos cobram são pelos riscos que eles estão expostos

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                                        • Jose

                                          em 25/07/2010 11:01:06

                                          A estratégia dele é muito fácil. Taxas bancárias altíssimas. Cobrança ternária de juros compostos sobre empréstimos, uma avaliação pobre de capacidade de pagamento de cada cliente e gerentes que estão nas agências para enganar vc.

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