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online | Negócios | 29.MAR.10 - 09:47 | Atualizado em 16.01 - 11:51
Ricardo Eletro e Insinuante criam novo gigante do varejo
Empresas anunciam fusão que resultará na segunda maior rede varejista do País, com quase 500 lojas e faturamento de R$ 4,6 bilhões anuais
Por Rodrigo Caetano
As redes Ricardo Eletro e Insinuante, que atuam no setor de eletroeletrônicos e móveis, anunciaram hoje uma fusão que criará a segunda maior empresa de varejo do Brasil. O grupo, que foi batizado de Máquina de Vendas, terá 528 lojas, em 200 cidades e 17 estados. A previsão de faturamento conjunto das duas companhias é de R$ 4,6 bilhões por ano.
O Pão de Açúcar e as Casas Bahia, que se uniram no ano passado, continuam como a maior rede varejista do País. O novo grupo formado por Ricardo Eletro e Insinuante vai ultrapassar o Magazine Luiza, que ocupava a segunda posição entre os maiores varejistas com faturamento de R$ 3,8 bilhões anuais.
Leia mais sobre as empresas:
> Saba quem é Luiz Carlos Batista, o dono da Insinuante
> Conheça mais sobre a Ricardo Eletro
Em relação ao controle da nova companhia, ele deverá ser dividido em 50% para cada grupo. O comando da gigante ficará com Ricardo Nunes, o Ricardo da Ricardo Eletro. Luiz Carlos Batista, da Insinuante, ficará à frente do conselho. Segundo os dois executivos, a Máquina de Vendas inicia as operações sem dívidas, o que permite a utilização do próprio caixa para dar suporte ao crescimento da empresa. O objetivo é alcançar faturamento de R$ 10 bilhões e a marca de mil lojas até 2014. Além do crescimento orgânico, Nunes e Batista pretendem usar uma estratégia de fusões e aquisições locais para atingir a meta.
Em 2010, serão investidos R$ 50 milhões para a abertura de 30 lojas no Rio de Janeiro. Ainda há a previsão de abrir até 20 lojas em outros estados, conforme as oportunidades. As duas marcas serão mantidas, mas em regiões diferentes. O Ricardo Eletro será a bandeira nas regiões Sul e Sudeste, ficando com a Insinuante a região Nordeste.
Para o analista de consumo da Ágora Corretora, Alan Cardoso, as fusões no setor de varejo são naturais neste momento. Primeiro por conta do bom desempenho da economia, que favorece as conversas entre as empresas e a estipulação de valores. Mas o mais importante é a possibilidade de ganhar escala, fator determinante no cenário competitivo. “Especialmente no setor de eletroeletrônicos, a concorrência é muito grande. Qualquer ganho que a empresa possa ter em negociação de preços com fornecedores e de logística é favorável”, afirma Cardoso.
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Pedro henrique costa santos
em 08/10/2011 15:36:04
muito boa essa fusão eu tenho 14 anos .e estou estudando muito para montar uma empresa no futuro e vou ultrapassar essas empresas em pouco tempo
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