MERCADO DIGITAL
Nº edição: 611 | 24.JUN.09 - 10:00 | Atualizado em 18.06 - 08:21
Dinheiro e Tecnologia
Por Por Roberta Namour
Fim do lixo eletrônico
Um projeto de lei que regulamenta a reciclagem de equipamentos eletrônicos pode sair da gaveta depois de 20 anos de discussão. Embora esteja tramitando no Congresso Nacional desde o final da década de 80, ele está prestes a ser aprovado no Estado de São Paulo. O texto obriga empresas que fabricam, importam ou comercializam eletrônicos a reciclar ou reutilizar os produtos que vendem. A lei precisa agora ser sancionada pelo governador José Serra para entrar em vigor. Quem descumprir a determinação poderá arcar com uma multa diária de cerca de R$ 14 mil. A estimativa é que mais de 30 milhões de telefones celulares foram descartados no Brasil, em 2008.
MySpace quer conteúdo
Para tentar recuperar seu prestígio entre as redes sociais, o MySpace Brasil acaba de fechar uma parceria com o iG. A partir de agora, as duas empresas passam a compartilhar conteúdo, publicidade e também tecnologia. Os assinantes do iG terão um canal de acesso exclusivo ao MySpace – que oferece um universo com mais de 13 milhões de artistas, além de 2 milhões de fotos e de 100 mil novos vídeos carregados por dia. No Brasil, a rede social perdeu no ano passado a segunda posição no mercado para o portal latino-americano Sonico. O Orkut segue na liderança.
Um Apple mais acessível

O Brasil vai receber uma versão do iMac mais barata. A notícia contraria uma política de Steve Jobs, fundador da Apple, de não lançar produtos especiais para diferentes mercados. No Brasil, o equipamento terá configuração mais simples, semelhante ao oferecido nos Estados Unidos para estudantes. Com preço estimado de R$ 3.499, o novo iMac chegará às lojas na semana que vem. O modelo tem tela de 20 polegadas, memória de 1 GB e disco rígido de 160 GB. A versão mais em conta do antigo desktop iMac custava R$ 5.999.
r e s p o s t a i n s t a n t â n e a
Nobuhiko Shimada, diretor-presidente da Casio Brasil, sobre a abertura de um escritório no País
Qual o objetivo da inauguração da Casio Brasil?
A Casio considera o Brasil e a América Latina em geral regiões de forte expansão econômica. Este ano, decidimos criar uma subsidiária brasileira para se aproximar mais do mercado nacional. As atividades comerciais continuam sob responsabilidade da Electronics Prince, nosso distribuidor local. Com o escritório brasileiro, a Casio tem como objetivo melhorar o valor da sua marca, visando aumentar suas vendas. E para atingir essa meta, temos um time de marketing que se ocupará das divisões relógios, calculadoras, instrumentos musicais e câmeras digitais.
Existe a possibilidade de a Casio iniciar a produção de produtos no Brasil?
A empresa está estudando essa possibilidade, mas no momento não há nenhum plano concreto nesse sentido.
Quais produtos a empresa vai trazer ao Brasil?
Temos uma grande expectativa de crescimento de nossos negócios no País, especialmente das divisões de relógios e câmeras digitais. Quanto aos relógios, temos uma marca muito popular por aqui que é a G-Shock. Mas temos a intenção de introduzir novas linhas para aproveitar essa oportunidade de mercado. Uma nova marca, a Edifice, focada em inteligência e velocidade está ficando bem conhecida no Brasil. Este ano, a Casio se tornou uma parceira da equipe Red Bull Racing de Fórmula 1 e a Edifice foi escolhida como a marca oficial de relógios da equipe. Quanto à câmera digital, temos uma marca chamada Exilim. Esta série de câmeras de alta velocidade capta até 30 imagens por segundo para fotos e mil quadros por segundo para filmes. Não há nenhuma outra câmera com essas características no mercado.
prateleira
| TOUCH PLUS CT 65 – da Semp Toshiba. Celular touch-screen, com 80 g e 10,5 mm de espessura. Entrada para cartão de memória de até 8 GB e câmera de 3,2 MP. Por R$ 799 | ![]() |
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TSU9800 – da Philips. Com tela 6.4 polegadas, controle de automação residencial permite a integração de inúmeros equipamentos eletrônicos. Usa tecnologia Wi-Fi. Por R$ 9 mil |
Twitter leiloa

O potencial do Twitter como ferramenta de marketing já atraiu diversas empresas no mundo todo. Desta vez, porém, um internauta descobriu uma nova utilidade para o microblog. Sem conseguir vender sua casa na Inglaterra – avaliada em 800 mil libras (R$ 2,5 milhões) –, o britânico Tim Bawtree decidiu sortear o imóvel no Twitter. A boa ação, no entanto, vai depender de uma jogada publicitária. A doação acontecerá apenas se ele atingir uma soma “razoável” em vendas de anúncios em seu site. Ele pretende comercializar ao menos 90% dos 10 mil espaços disponíveis em sua página – o preço mínimo é de 200 libras (R$ 630). Se conseguir vender tudo, Bawtree vai arrecadar no mínimo 1 milhão de libras, mais do que o valor do imóvel. Para os anunciantes, a vantagem é aproveitar a audiência que a iniciativa irá atrair.
Multimídia
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RbMOeaWHhIzOu
em 18/06/2011 08:21:26
Good to see a tlanet at work. I canÂ?t match that.
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