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Despesa com a fusão afetará B3 nos próximos trimestres

As despesas por conta da fusão entre a Cetip e BM&FBovespa continuarão impactando o resultado da B3 ao longo dos próximos trimestres de um lado, mas as sinergias já começam a ser capturadas, afirmou, em teleconferência com a imprensa nesta sexta-feira, 11, o diretor de Relações com Investidores Rogério Santana.

O executivo disse que a meta da empresa segue em obter sinergias de R$ 100 milhões a partir do terceiro ano da fusão. Apesar de alguma sinergia já ter sido observada no segundo trimestre do ano – o primeiro da fusão na integralidade – a companhia ainda não detalhará esse número.

Santana frisou que as despesas por conta da fusão seguem em linha com o orçamento divulgado em maio ao mercado. As despesas não recorrentes relacionadas à concretização da combinação de negócios entre BM&FBovespa e Cetip para este ano foram estimadas em R$ 420 milhões, segundo o documento que acompanha o demonstrativo financeiro da empresa. Para 2018, a previsão é de gastos de R$ 20 milhões. Assim, no intervalo entre 2016 e 2018 tais despesas devem ficar entre R$ 505 milhões e R$ 515 milhões.