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Os dez fatos mais marcantes do setor de tecnologia em 2016

Os dez fatos mais marcantes do setor de tecnologia em 2016

1 – Uma rede bilionária
Em junho, a Microsoft anunciou a compra da rede social corporativa LinkedIn por US$ 26,6 bilhões. Foi o maior valor já desembolsado pela empresa de Bill Gates.

2 – Inteligência Artificial
No ano em que o computador do Google venceu um humano no milenar jogo chinês GO, empresas Facebook, Apple e IBM aprofundaram seus negócios nesse segmento.

3 – Carros autônomos 
Em setembro, o Uber iniciou os testes de um carro autônomo em Pittsburgh (EUA). O Google criou a Waymo, uma empresa para cuidar dos veículos sem motoristas.

4 – A febre da realidade aumentada
O Pokémon GO, uma parceria da Niantic com a Nintendo, 
tornou-se uma febre em agosto. O jogo faturava US$ 2 milhões por dia, em outubro, com 550 milhões de downloads.

5 – A maior recuperação da história
Em setembro, a Oi, maior operadora de telefonia fixa e a quarta em telefonia móvel do País, apresentou plano de recuperação judicial com uma dívida de R$ 65,4 bilhões.

6 – Snapchat finca bandeira no Brasil
Em outubro, a rede social Snapchat chegou ao Brasil por meio de um escritório de representação. Com isso, acirrou a concorrência com Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn.

7 – A palavra do ano
A Universidade de Oxford escolheu o termo pós-verdade como a palavra do ano, que simboliza que a verdade perdeu a importância. É uma referência às notícias falsas no Facebook e Google que teriam influenciado a eleição nos EUA.

8 – Os hackers russos
A Rússia esteve por trás da eleição do republicano Donald Trump à presidência dos EUA. É o que investigam a CIA e FBI, as principais agências federais de investigação dos EUA.

9 – A bomba relógio da Samsung
Em outubro, a Samsung suspendeu a venda do Galaxy Note 7 após explosões de baterias, que tiveram início em setembro. A empresa fez recall de 2,5 milhões de telefones.

10 – Para onde vai o Twitter
Incapaz de elevar o número de assinantes, o Twitter foi colocado à venda, mas não houve compradores. Google, Microsoft, Disney e Salesforce eram os interessados.

(Nota publicada na Edição 999 da Revista Dinheiro)


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