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Sustentabilidade
O fim está próximo?
Nº edição: 674 | 03.SET - 21:00 | Atualizado em 03.09 - 21:33
As mudanças climáticas devem concretizar a profecia do líder de Canudos, Antonio Conselheiro, segundo o qual o sertão vai virar mar e o mar, sertão.
por Rosenildo Gomes Ferreira
É que a elevação da água dos oceanos poderá, literalmente, riscar do mapa diversos países. O mais ameaçado deles é Tuvalu (foto), um conjunto de 12 atóis situados na Oceania. Seus cerca de 11 mil habitantes vivem basicamente do turismo e da pesca, que respondem por boa parte do Produto Interno Bruto de US$ 15 milhões. Não são apenas as micro-nações que vão pagar a conta. A expectativa é de que 20% do território de Bangladesh seja engolido pelas águas. Esse tipo de catástrofe está criando os chamados refugiados do clima. Em 2008, último dado disponível, 20 milhões de pessoas tiveram de abandonar suas casas e até seus países, de acordo com o Conselho Norueguês para Refugiados. A seguir, outras nações que também correm o risco de desaparecer:







Pessoas demais e recursos de menos
Nº edição: 673 | 27.AGO - 21:00 | Atualizado em 27.08 - 21:06
De acordo com dados da ONU, o mundo deverá chegar a 2050 com uma população de 9,2 bilhões de pessoas - 40% a mais do que hoje.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Esse crescimento embute um problema, mas também oportunidades. A principal dificuldade é como obter recursos naturais para atender às necessidades de consumo de energia e alimentos. Há, no entanto, quem enxergue nesse cenário preocupante um campo fértil para empresas públicas e privadas. Para suprir as necessidades da humanidade, será preciso apostar na economia de baixo carbono. Essa é uma das conclusões da pesquisa Visão 2050, uma nova agenda para negócios, elaborada pela PricewaterhouseCoopers. O estudo foi apresentado, na semana passada, em São Paulo, e aponta os desafios e possíveis soluções em áreas como:






Combustível alternativo
Nº edição: 672 | 20.AGO - 21:00
A busca por fontes renováveis de combustível para veículos está entrando em áreas nunca imaginadas. A sacada da britânica GENeco é um exemplo disso.
por Rosenildo Gomes Ferreira









A natureza dá o troco
Nº edição: 671 | 12.AGO - 21:00 | Atualizado em 17.08 - 19:10
As catástrofes causadas pela fúria da natureza vêm se tornando cada vez mais comuns.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Enquanto boa parte da Europa está ardendo em chamas, na Ásia diversos países foram assolados por enchentes em em razão das fortes chuvas. Além da morte de milhares de pessoas, esses fenômenos também têm um grande impacto financeiro. Em 2009, tragédias naturais e aquelas causadas pelo homem geraram perdas de US$ 62 bilhões. Este ano, a conta deverá ser ainda maior em virtude de eventos como os terremotos no Haiti e no Chile. Na Europa, Portugal (foto) e Rússia são os países que mais sofrem com os incêndios florestais em função da elevação das temperaturas. A União Europeia ainda está contando os prejuízos. A seguir, outros efeitos das mudanças climáticas sobre o planeta:








Campo de energia
Nº edição: 670 | 06.AGO - 21:00
O setor agrícola brasileiro já é conhecido como um dos celeiros do mundo. Só que mais que alimentar pessoas, o campo também poderá garantir boa parte do suprimento de energia.
por Rosenildo Gomes Ferreira
E isso deverá ser confirmado no leilão de energia renovável que acontece nos dias 25 e 26 próximos e deve render até R$ 2,6 bilhões, levando-se em conta o preço máximo. O destaque nessa rodada devem ser as termelétricas movidas a biomassa: bagaço de cana-de-açúcar, capim-elefante e resíduos de madeira. Além disso, será ofertada a energia proveniente de parques eólicos e de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH). Juntas, elas colocarão no sistema 15,7 mil megawatts – o equivalente à potência da Usina de Itaipu e suficiente para iluminar uma cidade de 12 milhões de habitantes. Com isso, o governo espera manter a matriz energética brasileira como uma das mais limpas do planeta. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em 2009, 47,3% de toda energia consumida no País, incluindo combustível para veículos, veio de fontes renováveis. Trata-se do maior percentual desde 1992. Os números:









Mar de oportunidades
Nº edição: 669 | 30.JUL - 21:00 | Atualizado em 30.07 - 21:27
Vilãs do ambiente, as embalagens plásticas se tornaram aliadas de David de Rothschild, da família de banqueiros.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Na segunda-feira 26, ele concluiu o percurso de 13 mil quilômetros entre São Francisco (EUA) e Sydney (Austrália). A viagem foi feita no Plastiki (foto), um catamarã produzido de plástico reciclado e cuja sustentação é garantida por 12,5 mil garrafas PET. O objetivo de Rothschild é chamar a atenção para a importância da reciclagem e os efeitos do transporte marítimo sobre o meio ambiente. O setor responde por 80% do comércio mundial e é responsável por cerca de 5% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2). A maior fatia se refere ao consumo de combustível, sem contar a poluição dos oceanos com detritos. Rothschild não é o único em busca de soluções ecológicas. Conheça outras iniciativas:

No que é inovador: com 31 m de comprimento, é o maior catamarã do mundo movido a energia solar
No que é inovador: primeira superlancha abastecida com biodiesel a dar a volta ao mundo
No que é inovador: tudo nele é ecológico. Do material usado na construção à gestão de resíduos






Hospedagem nas alturas
Nº edição: 668 | 23.JUL - 21:46 | Atualizado em 23.07 - 21:46
Os países nórdicos se tornaram referência global em questões ligadas à sustentabilidade.
por Rosenildo Gomes Ferreira
E a criatividade nesse campo parece infinita. Prova disso é o Tree Hotel, que foi inaugurado em Lapland, cidade sueca a 60 km do Círculo Polar Ártico. O empreendimento chama a atenção pela originalidade arquitetônica e o uso de materiais sustentáveis. Toda madeira é certificada e a iluminação foi concebida para causar o menor impacto às aves de hábito noturno, por exemplo. Os seis chalés temáticos têm formas instigantes, como o cubo espelhado (foto), e ficam amarrados às árvores a uma altura de 15 metros. O único lazer disponível é uma sofisticada sauna. A meta dos fundadores é erguer mais 18 chalés nos próximos cinco anos. Diária: cerca de US$ 500. Como o turismo é uma das atividades que mais emitem dióxido de carbono, os empresários do setor vêm apostando alto em sustentabilidade. Saiba por quê:



Ecologia com estilo: os quartos possuem iluminação econômica e móveis feitos de madeira certificada






Imagem repaginada
Nº edição: 667 | 16.JUL - 21:00 | Atualizado em 17.07 - 18:32
Conjugar produção de alimentos com preservação ambiental nunca foi tarefa fácil. Mas algumas iniciativas mostram resultados.
por Rosenildo Gomes Ferreira
A principal delas é a Moratória da Soja, um pacto que reúne empresários de agronegócio, ecologistas e o governo. O 3º Relatório do Mapeamento e Monitoramento do Plantio de Soja, divulgado recentemente, indica que no triênio 2007-2009 a participação dessa cultura caiu de 0,67% para 0,25% dos 2,49 milhões de hectares desmatados no bioma Amazônia, em 2009. Trata-se de uma área equivalente a 2,5 milhões de campos de futebol. A expectativa da Abiove, que representa as indústrias processadoras, é zerar esse passivo. Por conta disso, foi decidida a extensão da moratória por mais um ano. Com isso, os agricultores esperam evitar a adoção de barreiras não tarifárias à exportação da soja brasileira, além do boicote promovido por redes varejistas e indústrias alimentícias.

O complexo soja (grão, farelo e óleo) é um dos principais itens da pauta de exportação. Em 2009,
colaborou com US$ 17,2 bilhões
R$ 5 milhões é quanto os agricultores da região vão receber como compensação pela manutenção das matas
99% da soja brasileira é cultivada nos Estados de Mato Grosso, Pará e Rondônia
Inovação
Na terra e no ar
Essa parece ter saído direto de um filme futurista. A americana Terrafugia acaba de criar o primeiro avião-carro do mundo que será produzido em escala comercial. O modelo, batizado de Transition, custa US$ 200 mil e tem autonomia de voo de 700 quilômetros. A transformação do avião em carro, e vice-versa, leva apenas 30 segundos. Para Carl Dietich, presidente da Terrafugia, quem comprar o Transition poderá escapar dos engarrafamentos e não terá de arcar com o custo de alugar um hangar.

Cinema
Animação sustentável
Despicable Me, filme de animação do estúdio Illumination Entertainment, pode não ganhar o Oscar. No entanto, já possui o título de o primeiro do gênero feito de forma sustentável. O estúdio encomendou à IBM um computador capaz de operar em ambientes com menos refrigeração. Com isso, conseguiu cortar os custos de produção e reduzir em 40% o uso do ar-condicionado. A energia elétrica é um dos principais vilões da emissão de dióxido de carbono (CO2).

Energia
A vez da ultrabateria
Descobrir um jeito de armazenar, de forma segura, uma grande quantidade de energia em pequenas estruturas sempre foi uma ambição dos cientistas. Tudo indica, porém, que o pesquisador Choong-Shik Yoo, da Universidade de Washington, conseguiu tal façanha. Ele criou a primeira ultrabateria não nuclear do mundo. O dispositivo possui tamanho de 5 x 7,5 centímetros e é composto de xenón difluoreto (XeF2), um cristal branco utilizado para juntar condutores de silício. A bateria poderá ser usada, por exemplo, para mover veículos.

Têxtil
Jeans reciclado
Sobras de tecidos velhos e garrafas PET inutilizadas. Essa é a receita da tecelagem brasileira Denovo para criar um tecido jeans feito integralmente de material reciclado. O ECOfriend é composto de 27% de fibras de garrafas PET e 73% de fios extraídos de tecidos descartados. O resultado é um jeans cujo processo produtivo consome menos água e insumos químicos, já que ele não precisa ser lavado nem tingido para ganhar a tonalidade desejada. Para criar o ECOfriend, a tecelagem investiu R$ 700 mil no período de um ano.

Empresas do Bem
Saúde
Scania contra o câncer
A Scania e o Hospital de Câncer de Barretos encontraram uma maneira original de ir até o paciente. É que as duas carretas doadas (foto) pela montadora servirão de clínicas itinerantes que vão percorrer regiões pobres do interior de São Paulo e de mais seis Estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Essa estrutura permite realizar cerca de 200 exames por dia.

Informática
Light na educação
A Light, concessionária de energia elétrica do Rio de Janeiro que é presidida por José Luiz Alquéres, mantém sua aposta na inclusão digital de moradores de comunidades de baixa renda. Os cursos são realizados em parceria com o Comitê para a Democratização da Internet (CDI) e incluem noções de consumo racional da energia elétrica. Desde 2006, já foram treinadas dez mil pessoas.

Limpeza no espaço
Nº edição: 666 | 09.JUL - 18:00 | Atualizado em 09.07 - 18:14
A conquista do espaço, iniciada com o lançamento do satélite russo Sputinik, em 1957, foi um marco na história da humanidade.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Apesar de o saldo ter sido positivo, restaram alguns efeitos colaterais. O principal deles é a enorme quantidade de detritos flutuando em volta do planeta. O lixo espacial está se tornando uma ameaça aos satélites de comunicação. Tazmbém são um risco a quem vive na Terra. No período 1999-2003, 840 toneladas de detritos, incluindo os do satélite Skylab, dos EUA, e os da estação MIR, da Rússia, desabaram sobre nossas cabeças. Felizmente não fizeram vítimas. Atualmente, a Força Aérea dos EUA gasta US$ 500 milhões por ano para monitorar 20 mil objetos em órbita. O presidente americano Barack Obama anunciou que pretende envolver outros países nessa cruzada. A faxina espacial, no entanto, pode não ser uma tarefa tão fácil. Saiba por quê:

Têxtil
Combustível de caju
A lista de materiais alternativos para geração de energia ganhou mais um componente. Trata-se, acredite, da casca da castanha de caju. O insumo, que antes seguia para aterros, é utilizado como combustível nas caldeiras das unidades cearenses da Vicunha Têxtil, comandada por Ricardo Steinbruch. O uso do produto está reduzindo em cerca de 30% as emissões de gases da empresa. Apesar de não diminuir os custos, essa iniciativa tem um viés estratégico e de marketing, capaz de lustrar a imagem da Vicunha especialmente no mercado externo.

Gastronomia
Iluminação à moda antiga
Para muitos se trata de uma verdadeira heresia, mas chefs badalados, como o americano Tom Colicchio, dono da cadeia de restaurantes Craft, resolveram desafiar a patrulha de ecologistas. Pelo menos no quesito iluminação. Em vez de usar lâmpadas de LED ou fluorescentes compactas, eles optaram pelas velhas incandescentes. Colicchio se defende argumentando que a velha lâmpada, tida como vilã da emissão de dióxido de carbono (CO2), garante uma ambiente mais aconchegante.

Decoração
Piso ecológico
Pode parecer um contrassenso, mas algumas inovações nascem da observação de um passado distante. Foi o que fez a empresária Ana Carolina Gomes, dona da Solarium Revestimentos. Ela se inspirou em um método de produção de pisos usado na Espanha do século XVI para criar um produto diferenciado. Eles são feitos com insumos reciclados, como mármore moído, por exemplo, e a secagem dispensa alto-forno. O apelo ecológico atraiu clientes como Pão de Açúcar e Oi. O mais novo é a Levi’s, que vai usar os pisos da Solarium nas dez lojas que pretende abrir no Brasil neste ano.

Indústria
LG aposta no sol
Mais um passo da sul-coreana LG Electronics rumo à conversão à produção verde. A empresa acaba de anunciar investimentos de US$ 825 milhões na construção de uma fábrica de painéis de energia solar. A meta é que essa divisão obtenha receita anual de US$ 2,5 bilhões, a partir de 2015. A expectativa leva em conta estudos que indicam que, em 2020, pelo menos 12% da energia elétrica da Europa será gerada por painéis solares.

Empresas do Bem
Reciclagem
Exemplo da Porto Seguro
Quando se fala em reciclagem, as pessoas pensam em latas de alumínio, papel, garrafas PET e pilhas. Mas, se depender da Porto Seguro, os brasileiros deverão incluir os cartões de crédito e débito nessa relação. A companhia pretende espalhar milhares de minicoletores em empresas e ONGs para o recolhimento de cartões magnéticos com validade vencida. O material será encaminhado para reciclagem.

Desenvolvimento
Odebrecht no social
O palmito cultivado por pequenos agricultores do sul da Bahia ganhou o mundo. É que a cooperativa Coopalm fechou contrato para exportação do produto nas versões natural e industrializada para empresas europeias especializadas em alimentos orgânicos. A cooperativa é financiada pela Fundação Odebrecht e reúne 370 famílias. Entre os clientes consta a francesa Bonduelle, fabricante de conservas.

Risco ecológico
Nº edição: 665 | 02.JUL - 21:00 | Atualizado em 02.07 - 21:28
A busca por opções de transporte ambientalmente corretos não é tão simples como parece. Sempre há um efeito colateral.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Sempre há um efeito colateral. Um bom exemplo disso são os carros elétricos e híbridos como o Prius (abaixo). Apontados como antídotos à poluição atmosférica, eles estão se tornando um risco à saúde pública. Um estudo da Universidade da Califórnia e da agência americana de segurança no trânsito (NHTSA, na sigla em inglês) mostrou que esses veículos aumentam em até 50% o risco de atropelamento de pedestres.

Pelo fato de possuírem motores silenciosos, esses carros são notados apenas quando estão a uma distância de três metros das pessoas. A NHTSA pensa em tornar obrigatória a colocação de ruídos artificiais nesses veículos. Isso, porém, não deverá impedir o avanço de carros elétricos e híbridos. Saiba por quê:
O governo francês anunciou recentemente uma verba de 1,5 bilhão de euros para financiar o desenvolvimento de baterias e carros elétricos
Por meio de incentivos fiscais, o governo Obama espera que a frota americana de carros ecológicos chegue a um milhão de unidades até 2015
A americana Harman, dona da Selenium no Brasil, desenvolveu uma tecnologia capaz de criar “barulhos” personalizados para os veículos
Inovação
Energia da lama
A lama, quem diria, pode ser uma aliada na luta contra o aquecimento global e ainda render um bom dinheiro. Pelo menos é nisso que aposta a pesquisadora Christiane Ogrodowski, da Fundação Universidade Rio Grande (RS). Ela criou um jeito, aparentemente simples, de produzir energia com os resíduos da dragagem do porto de Rio Grande (foto). O material é depositado em tanques com eletrodos, responsáveis pela captação dos elétrons que se desprendem durante a decomposição da lama.

Decoração
Tinta de terra
O mercado de produtos sustentáveis para o setor de construção civil deverá movimentar R$ 120 milhões apenas em 2010. De olho em um nicho que não para de crescer, a empresária paulistana Letícia Achcar criou uma linha de tintas (foto) feita à base de pigmentos minerais. A tinta não possui qualquer elemento nocivo ao meio ambiente e pode ser produzida em diversas cores. O produto se tornou o carro-chefe da Tinta Solum, fundada em 2008, e já conquistou clientes como a rede McDonald’s.

Vale no reflorestamento
A mineração é uma das atividades que mais dregadam o meio ambiente. Para reduzir seu passivo ambiental, a Vale aposta em pesquisas inovadoras na área do reflorestamento. Em Ourilândia (PA), onde possui a mina de Onça Puma, a empresa está produzindo mudas resistentes a pragas e que dispensam o uso de agrotóxico. Elas adquirem essas características graças à inoculação de fungos e substratos de raízes amazônicas. Essas mudas serão testadas no projeto de reflorestamento de uma área de 720 hectares na região.

Vida executiva
A vez da telepresença
Os gestores das companhias aéreas vão torcer o nariz. Estudo conduzido pela consultoriaVerdantix, e patrocinado pela AT&T, indica que as empresas americanas e britânicas poderiam economizar US$ 19 bilhões, até 2020, com sistemas de videoconferência. O montante se refere à eliminação de gastos com as viagens de avião envolvendo funcionários de filiais e visitas a clientes. Além de reduzir os gastos das empresas, o planeta também ganharia, pois deixariam de ser emitidos 5,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Empresas do Bem
Empreendedorismo
CEF aposta na mulher
Parceria entre a prefeitura de Guarulhos (SP) e a Caixa Econômica Federal (CEF), presidida por Maria Fernanda Coelho (foto), vai garantir às mulheres do município a chance de se tornarem empreendedoras. Isso será feito por meio de cursos de capacitação em diversas áreas, além da liberação de até R$ 15 mil para a montagem de pequenos negócios.

Ecologia
Verba ambiental
A empresa química Lanxess decidiu apoiar iniciativas de preservação ambiental nas cidades onde se localizam suas fábricas: Salto (SP) e Cabo de Santo Agostinho (PE). Para isso, pretende financiar programas tocados por ONGs, escolas e até pessoas-físicas. As inscrições podem ser realizadas no site da empresa (www.lanxess.com.br) até 20 de setembro.

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