Blogs e colunas
Moeda Forte
Moeda forte
Nº edição: 518 | 29.AGO - 10:00 | Atualizado em 22.02 - 16:18
Moeda forte
por Leonardo Atuch
NOVO EMBATE BRASIL/EUA
Oembaixador dos Estados Unidos, Clifford Sobel, tem um novo pepino para resolver. A decisão da Vale do Rio Doce de suspender o fornecimento de minério para duas indústrias de gusa do Pará – Usimar e Cosipar – que utilizavam carvão feito com madeira da Amazônia inviabilizou uma produção de 7 milhões de toneladas. Era tudo exportado para os EUA e o maior cliente era a siderúrgica Nucor, que atende as grandes montadoras americanas. Insatisfeita, a empresa quer agora que Sobel resolva o problema.
O mais assediado
O banqueiro Ricardo Guimarães, que comanda o BMG, continua sendo assediado por grandes bancos daqui e de fora. Antes, ele parecia propenso a fazer um IPO, mas têm crescido os rumores em Minas sobre a venda direta de uma participação minoritária.
O bloqueio da Oi
A Oi, liderada por Luiz Falco, faz sucesso com a campanha contra os celulares “bloqueados”, mas pode sofrer um contra-ataque dos concorrentes. Isso porque, nos principais planos da empresa, o cliente tem de permanecer fiel por 24 meses. Não é preso ao aparelho, mas fica bloqueado ao chip.
Guardião de Israel
A Polícia Federal, de Paulo Lacerda, pode trocar o equipamento que faz seus grampos telefônicos. Hoje, o sistema usado é o Guardião, produzido por uma empresa de Florianópolis, mas Lacerda teria descoberto um equipamento mais potente, de Israel.
Depois do Piauí, a Holanda
Após se envolver em duas polêmicas, a adesão ao movimento “Cansei” e a declaração sobre a insignificância do Piauí, o presidente da Philips, Paulo Zottolo, embarcou para a Holanda, onde fica a sede da multinacional. Ele participou de reuniões de rotina, mas os dois fatos recentes também foram abordados nos encontros.
O IPO da bolsa
Os conselheiros da Bovespa se reúnem na terça-feira 28 para aprovar a transformação da bolsa numa S/A. É o primeiro passo para o IPO, que deve acontecer em 2007 e vender 25% das ações da maior bolsa do País.
R$ 2 deve ser o valor apurado com o IPO da Bovespa
Marca forte
Ok, há uma crise no setor calçadista. No primeiro semestre deste ano, as exportações caíram 3,9%. Mas a Grendene conseguiu crescer 17,3%. O segredo? Investimento maciço em marcas como Melissa e Ipanema.
19,5 MILHÕES DE PARES foram exportados pela Grendene no primeiro semestre do ano.
Moeda forte
Nº edição: 517 | 22.AGO - 10:00 | Atualizado em 22.02 - 14:37
Moeda forte
por Leonardo Atuch
O MENSALÃO VAI ESQUENTAR
Mensaleiros, tremei: na semana passada, o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza (à dir.), ofereceu o benefício da delação premiada ao publicitário Marcos Valério (à esq.). O empresário acusado de operar o mensalão ainda não tomou sua decisão, mas foi instruído pelo advogado Marcelo Leonardo a repartir as culpas. O julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal começa nesta semana. Ao que tudo indica, o escândalo de caixa 2 que abalou o País em 2005 irá voltar.
Pé no freio
O executivo francês Jean-Marc Pueyo, que preside o Carrefour no Brasil, decidiu adiar o projeto de comércio eletrônicodo grupo. Antes previsto para este ano, ficou para 2008. Enquanto isso, redes como o Wal- Mart vêm contratando especialistas nessa área, em empresas como o Submarino.
Mais vagas
A expansão da Usiminas, que irá ampliar em 50% sua capacidade até 2010, movimenta o mercado mineiro de engenharia. Quinze profissionais já foram admitidos e a empresa irá contratar mais 75 até 2008.
US$8,4 BILHÕES é quanto a empresa pretende investir até 2010
PIB reunido
Na noite da terça-feira 13, os titãs da indústria Paulo Cunha (do Ultra, na foto), Abraham Kasinski (Cofap), Jacks Rabinovich (Vicunha), Abraham Szajman (VR) e Pedro Eberhardt (Arteb) dividiam uma mesa no restaurante Piselli, em São Paulo. Juntos, têm empresas que faturam mais de R$ 20 bilhões e valem por um PIB.
A nova tacada de Senna
O empresário Leonardo Senna, que turbinou as vendas da Audi no Brasil, está prestes a iniciar um novo - e grande - empreendimento. Ele se associou ao grupo Olevia, de Taiwan, e irá produzir televisores de plasma e LCD no Brasil - um mercado cujas vendas vêm dobrando de tamanho ano após ano.
Com Bologna
A empresária Maria Cláudia Amaro, sócia da TAM, reagiu aos rumores sobre a possível queda de Marco Bologna do comando da empresa, que foram publicados em algumas colunas, inclusive Moeda Forte. Em nota, ela disse que Bologna é "da família" e sustentou que ele se mantém firme no cargo.
Sol avança
A mexicana Femsa, que produz as cervejas Sol, Kaiser, Bavaria e Xingu no Brasil, aos poucos vem ganhando market share. Em relação ao ano passado, as vendas da empresa cresceram 11,4%. Enquanto isso, a Ambev, líder de mercado, cresceu 4,9%.
Moeda forte
Nº edição: 516 | 15.AGO - 10:00 | Atualizado em 21.02 - 17:38
Moeda forte
por Leonardo Atuch
Zuleido vai à Líbia
Embora viva seu inferno astral no Brasil, o empreiteiro Zuleido Veras tenta abrir portas no Exterior. Sua empresa, a Gautama, negocia com o governo da Líbia a participação num grande projeto de eletrificação e Zuleido já estaria até investindo numa fábrica de postes por lá.
Celular bem popular
A Unicel, que venceu a licitação da banda C do celular em São Paulo e pertence ao empresário José Roberto de Melo, já levantou R$ 80 milhões para investir em estações rádio-base. Melo definiu que seus preços serão inferiores a quatro centavos por minuto, o que representa menos de um terço do que cobram as operadoras tradicionais.
Medley acelera
A farmacêutica Medley, do empresário e piloto Alexandre Negrão, encerrou o primeiro semestre de 2007 com crescimento de 53,27%. A participação no mercado também subiu, de 4,28% para 5,95%, de acordo com o levantamento IMS Health, e a empresa, focada em genéricos, já é o terceiro maior laboratório do País.
Atestado por telefone na Caixa
Há um mal-estar na Caixa Econômica Federal em relação à licitação de R$ 600 milhões para o fornecimento dos principais softwares do banco. Os técnicos reclamam que algumas empresas estão sendo habilitadas a participar da concorrência após checagens feitas por telefone, quando a lei exige que a auditoria seja feita de forma presencial.
Olho vivo
O ministro Luiz Marinho, da Previdência, ficou intrigado com a venda da Telemig para a Vivo. Na transação, a empresa foi avaliada em R$ 3,5 bilhões, mas, em 2004, a mesma Vivo ofereceu R$ 5,2 bilhões e o negócio foi vetado pelos fundos de pensão. Marinho quer que a Secretaria de Previdência Complementar apure a história, mas sofre resistência do seu secretárioexecutivo, Carlos Gabas.
Balançando
É frágil a posição de Marco Antônio Bologna no comando da TAM. Uma ala da família Amaro defende abertamente a sua substituição por um novo executivo, depois da tragédia de Congonhas, que abalou seriamente a imagem da companhia.
Moeda forte
Nº edição: 515 | 08.AGO - 10:00 | Atualizado em 23.03 - 02:33
Moeda forte
por Leonardo Atuch

NOVO COMANDO NA PARMALAT
Ofinancista Marcus Elias, que além de controlador da Parmalat brasileira também preside a empresa, deu por encerrado o processo de recuperação da companhia. Em função disso, decidiu contratar como CEO o executivo João Audi, que era um dos diretores mais graduados da siderúrgica CSN. Audi terá como missão consolidar o crescimento da Parmalat, que retomou neste ano a liderança no mercado deleite.
1.667% foi a valorização das ações da Parmalat desde maio de 2006.

Olheiro da Roche
Lee Babiss, chefe de pesquisas farmacêuticas da Roche, chega ao Brasil nesta semana. Vem interessado em nanotecnologia, medicina tropical e doenças infecciosas, em que o Brasil tem know-how reconhecido. Ele já esteve na China e na Rússia, com propósitos semelhantes.

A volta de Silas
O governo não desistiu de reconduzir Silas Rondeau ao Ministério de Minas e Energia. Os planos foram apenas adiados em função da tragédia de Congonhas. Sua volta, no entanto, depende do relatório final da ministra Eliana Calmon, do STJ, sobre a Operação Navalha. Não sendo indiciado, Silas volta.

O celular de Abílio
Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, estuda lançar uma empresa de celular, em parceria com a européia Effortel. Seria uma MVNO, rede virtual de telefonia móvel, que funciona de maneira simples. Os varejistas compram grandes quantidades de minutos das operadoras e os repassam com descontos a clientes.

Hipoteca no shopping
A empresa de crédito imobiliário Brazilian Mortgages, dirigida por Fábio Nogueira, irá reforçar a aposta no varejo. No projeto BM Sua Casa, que oferece empréstimos em até 30 anos, a próxima tacada será a abertura de uma quarta loja, desta vez no Shopping West Plaza, em São Paulo.
Randon acelera
A Randon, que produz carrocerias de caminhões, também continua ganhando dinheiro com consórcios. A empresa do grupo que atua na área completa 20 anos em agosto e já comercializou 86 mil cotas, das quais 24 mil ainda estão ativas.

A meta do Punto
A Fiat do Brasil, que está prestes a lançar o Punto no Brasil, traçou uma meta ambiciosa para o modelo, que custará cerca de R$ 40 mil. A idéia é vender algo próximo a 2,5 mil veículos/mês, empatando com o Idea, outro carro médio da marca.

Mensalón
Relatórios internacionais apontam o Chile como o país menos corrupto da América Latina e é provável que seja verdade. Mas o debate atual por lá é o dos sobresueldos, salários adicionais e não declarados pagos a quase todo o primeiro escalão do governo de Michelle Bachelet.

Moeda forte
Nº edição: 514 | 01.AGO - 10:00 | Atualizado em 22.03 - 14:15
Moeda forte
por Milton Gamez

ÁGUA NA FERVURA
Alan Greenspan não é o único ex-banqueiro central que abala os mercados. Armínio Fraga também tem o dom. Ao menos na análise da corretora de um grande banco brasileiro, que atribuiu a declarações pessimistas de Armínio parte da queda de 3,86% da Bovespa, na terça-feira 24.
O ex-presidente do BC fez uma palestra na Câmara de Comércio Brasil- EUA, em Nova York. Segundo relatos, Armínio demonstrou preocupação com o ambiente de negócios no Brasil no longo prazo. Os estrangeiros, que dominam os negócios na Bovespa e estavam nervosos com o mercado de crédito hipotecário nos EUA, venderam ações por aqui. Quem será que comprou?
R$ 4,5 Bilhões é o volume administrado pela Gávea, de Armínio
Energia
A empresa suíça de medição de energia elétrica Landis+Gyr inaugurou na quinta-feira 26 um laboratório de pesquisa e desenvolvimento em Fortaleza em parceria com o Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará.O investimento local em novas tecnologias chega a R$ 1 milhão.

Pelo chão e pelo ar
O caos aéreo afeta a Gol. Mas, até em época de crise, os Constantino podem sair ganhando. Quem quiser dar um tempo nas viagens aéreas e partir para o transporte rodoviário, cedo ou tarde acabará utilizando alguns dos 13 mil ônibus do Grupo Áurea, holding de Nenê Constantino, que também é dono da Gol. Fazem parte do grupo 38 empresas de transporte rodoviário interestadual e internacional, como a Pluma, Reunidas e Breda. É a maior frota da América Latina.

Tecnologia tipo exportação
A gaúcha TotalBanco, especializada em serviços de tecnologia para o setor financeiro, inaugurou a fábrica de soluções TBFactory para conquistar clientes no Exterior. . Credenciais: Banco Fibra, J.Safra e Cobra Tecnologia.

O pior está por vir
Oficialmente, empresas instaladas na Argentina garantem que o apagão energético não preocupa, já que deveria durar só um mês neste inverno. Mas o presidente de uma multinacional admite que a crise será ainda pior no verão. De novembro a abril, vai faltar energia para refrigeração, prevê.


Unidos venderemos
Um dos mais modernos edifícios do País, que abrigava o BankBoston em São Paulo, conseguiu unir dois grandes concorrentes. A John Lang La- Salle e a Cushman & Wakefield juntaram-se para buscar inquilinos para o empreendimento, adquirido pelo grupo americano Hines por R$ 350 milhões.

A César o que é de César
O prefeito César Maia quer mudar as letras que definem o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão-Tom Jobim. Nas passagens aéreas, aparece o código GIG. Ele quer trocar para RIO. Segundo Maia, a empresa de buscas de passagens AOW registrou RIO em seu site, mas aceitou ceder a marca de volta a quem de direito.
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