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Artigo
A Cracolândia, o Pinheirinho e o carro 1.0
Nº edição: 748 | 03.FEV.12 - 21:00 | Atualizado em 07.Feb.12 - 11:55
A desocupação da Cracolândia, região central da cidade de São Paulo tomada por usuários do crack, e a reintegração de posse do Pinheirinho, bairro periférico de São José dos Campos, no mês passado, chamaram a atenção por dois motivos.
por Cláudio Gradilone
A desocupação da Cracolândia, região central da cidade de São Paulo tomada por usuários do crack, e a reintegração de posse do Pinheirinho, bairro periférico de São José dos Campos, no mês passado, chamaram a atenção por dois motivos. O primeiro foi a atuação desastrada do poder público, especialmente da Polícia Militar, que agiu com grande estardalhaço e com uma boa dose de truculência. O segundo foi o surpreendente apoio da população. Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada no domingo 29, mostrou que 82% dos entrevistados aprovaram a atuação policial na Cracolândia. Os comentários das notícias da desocupação do Pinheirinho mostraram opinião semelhante.

A imagem da moradora expulsa do Pinheirinho mostra um Estado alinhado com os novos
desejos dos eleitores e menos tolerante com as questões sociais.
A tônica era “se invadiram, são criminosos, e devem ser punidos”. É fácil, depois do ocorrido, considerar que os policiais foram desnecessariamente agressivos e os ocupantes foram vítimas. Ambos estavam errados. Os invasores por tomar posse de áreas privadas. E a polícia por tratar a todos como criminosos. A imagem da moradora aos prantos por encontrar demolida a casa que ocupava no Pinheirinho repercutiu fortemente no País e no Exterior e mostrou um Estado muito menos tolerante com o que pode ser chamado, com razoável grau de imprecisão, de “questões sociais” que não estão incluídas nas políticas públicas estruturadas.
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Dora Porto
em 07/02/2012 11:55:08
A proposta oculta no ridiculo artigo é a seguinte : A prosperidade esta criando uma nova multidão de burgueses e, portanto, facistas. Qual a solução? Simples : mante-los miseraveis ou extermina-los.
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Aldo Luiz Segantini
em 06/02/2012 17:28:37
Diretores ou proprietarios da revista "Isto é", porque; voces não doam 10% do volume de vendas de seus produtos, ao MST, invasores de propriedades e para os viciados, lei boa é lei cumprida, (Quando cessa o direito da força da lei, entra a força pelo direito da lei). Deixem de ser demagogos.
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Teixeirinha
em 06/02/2012 09:26:58
Dá um saco de bombom pro vagabundo! Faz carinho no sem-terra! Ahhh vá Tem que desocupar mesmo!
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Wagner
em 05/02/2012 23:51:00
Texto fraco e típico dessa esquerda hipócrita que infelizmente existe no Brasil.
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Pietr Hoggart
em 04/02/2012 14:31:01
O estado alinhado com o desejo dos eleitores?!!! Que eleitores, cara pálida? Mostra um estado alinhado com os intere$$es de seus oligarcas. Vão destruir o que resta do PSDB em São Paulo.
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Oscar Silva
em 04/02/2012 11:28:17
Quero ver o que vocês da Isto é vão dizer a respeito da greve dos policiais militares na Bahia. Será que terão um argumento convincente??? ou abafarão só porque o Estado é governado pelo PT?????
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jack volkmann
em 04/02/2012 09:05:59
Infeliz na comparação. Isso mostra que a sociedade emergente é conservadora em valores e direitos. Só porque são pobres não tem o direito de ocuparem áreas privadas e privatizarem bens públicos. Existe um Estado de direito que precisa ser respeitado.
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audrin costa
em 03/02/2012 23:55:48
Tá viajando! Não vejo argumentos que justifiquem essa análise. A sociedade brasileira não se pauta por mesquinharia. Quem sofreu 8 anos nas mãos dos Sociais-Democratas jamais desejaria que seus irmãos da classe C se privem das melhorias das condições de vida de hoje.












