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Mídia & Cia
O fim do Jornal do Brasil
Nº edição: 667 | 16.JUL.10 - 21:00 | Atualizado em 19.Jan.11 - 10:36
Um dos ícones da imprensa, mas vergado por uma dívida de R$ 100 milhões, o Jornal do Brasil deixará de circular em setembro.
por Hugo Cilo
A versão impressa dará lugar à edição online. O dono, Nelson Tanure, chegou a colocar a empresa à venda, sem sucesso. Antes do fim do JB, Tanure também decretou a morte da Gazeta Mercantil.

Copa do Mundo
A disputa continua
A Copa da África do Sul já acabou, mas a batalha dos veículos de comunicação no Brasil ainda continua. Na semana passada, a Globo conseguiu liminar na Justiça contra o UOL. A decisão proíbe o portal de usar vídeos da Copa do Mundo em seu banco de imagens. O UOL já recorreu.

Revistas
Playboy fora da bolsa
Está deflagrada a guerra do sexo. Ao lado das famosas coelhinhas, o fundador da Playboy, Hugh Heffner, anunciou que pretende recomprar as ações da empresa e fechar seu capital. Mas a rival Penthhouse ameaça fazer uma oferta hostil. Desde 1971 a Playboy tem capital aberto. As ações dispararam em Nova York.

Campanha
Mãe e filha, juntas
As atrizes Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, mãe e filha, são as estrelas da nova campanha da Procter & Gamble criada pela agência F/Nazca para o sabão Ariel Líquido. A campanha estreará neste domingo 18, no intervalo do Fantástico, da Globo.

Agência
Que venha 2014...
O Brasil entrou na rota da maior agência de propaganda do mundo, a japonesa Dentsu. A subsidiária comandada por Akira Suzuki criou uma nova divisão de negócios para administrar eventos esportivos. A Dentsu detém os direitos de patrocínio da Copa e das Olimpíadas.

Suspensão
Ecológico. Será?
Mais uma campanha está vetada pelo Conar: a da Bom Bril Eco. O conselho alega que não há provas de suas vantagens ambientais.
Animação
O homem de US$ 8 bilhões no Brasil
“Bob Esponja, calça quadrada, Bob Esponja, calça quadrada.” Quem nunca se divertiu com o personagem da Fenda do Biquíni, atire a primeira pedra. Pois seu criador, Stephen Hillenburg, desembarcará no País neste sábado 16. Ele será um dos grandes nomes do festival Anima Mundi, no Rio e em São Paulo. Bob Esponja já rendeu US$ 8 bilhões em licenciamento.

Bate-papo

Ricardo Cavalini, diretor da Fischer+Fala!
Por que uma campanha deve nascer como digital, e não ser transformada em digital?
Quando se cria uma campanha tradicional e, depois, a transforma em digital, se desenvolve uma tática, uma estratégia. Geralmente, isso enfraquece alguns pontos da ação, que poderiam ser melhor trabalhados.
Como fazer isso?
Criar uma campanha digital é muito mais do que espalhar uma mensagem na internet. Traduzir “digital” por “internet” é um grande erro. Não dá mais para separar o virtual do tradicional. O mesmo consumidor que vê tevê também utiliza a internet.
Que setor já incorporou esse pensamento?
Muitos setores. É difícil citar apenas alguns. Mas o segmento imobiliário é um exemplo de indústria que usa fortemente a internet para vender e aprendeu a desenvolver campanhas concebidas para serem digitais desde o início.
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