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Dinheiro da Redação
O diagnóstico do G-20
Nº edição: 665 | 02.JUL.10 - 21:00 | Atualizado em 14.May.12 - 10:44
O mundo acaba de constatar que o grande culpado pelo descontrole das economias globais é o malfadado gasto público.
por Carlos José Marques
O diagnóstico foi dado durante reunião na semana passada da turma do G-20 – a congregação de países que se converteu nos últimos tempos no maior fórum responsável pela escolha dos rumos a seguir.

Nenhuma novidade no diagnóstico. Todo mundo já sabia que governos de qualquer latitude ou matiz política praticavam desde sempre o esporte do inchaço da máquina, com medidas populistas e sem nenhuma preocupação com as consequências no tamanho do endividamento de seu caixa lá na frente.
Por anos, a crescente escalada na arrecadação tributária, com o aumento de impostos e taxas pesadas, financiou essa farra. A tal ponto que recordes sucessivos foram sendo registrados na contabilidade da receita pública.
Empreendedores de várias nacionalidades que investiram em suas linhas de produção e trabalhadores que pagaram religiosamente os impostos geraram a dinheirama para um butim sem o retorno esperado. O G-20 agora quer mudar esse estado de coisas. Pregou uma rígida linha de controle fiscal para as economias participantes do bloco.
O problema maior é que os integrantes dessa patota do G-20 parecem mais do que nunca obcecados pela ideia de que o alvo prioritário das ações deve ser o combate à inflação via controle do consumo. Um equívoco.
Em diversas praças, especialmente na Europa e nos EUA, o desafio hoje é o da contração das vendas. As pessoas estão comprando o mínimo, pelo menor preço, estrangulando o processo nas linhas fabris. Muitos analistas apontam até que a ameaça no horizonte é a de uma deflação corrosiva.
Não a da carestia de preços. No âmbito do orçamento público, a questão antes de tudo não se limita ao aperto de cinto puro e simplesmente, sem critério e escala. É preciso manter a política de investimentos públicos vitais, não comprometendo com isso as metas fiscais.
A fórmula passa pelo controle de gastos inadequados e pelo reequilíbrio orçamentário a partir de políticas monetárias corretas. No Brasil foi divulgado há alguns dias que o superávit primário despencou em maio, no pior resultado dos últimos 18 anos.
Uma combinação fatal de aumento dos juros, que pressionou a dívida líquida do Tesouro, com a frouxidão no financiamento de projetos de cunho eleitoreiro em ano de campanha deve ter contribuído significativamente para o resultado. É o exemplo de como não fazer.
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mbQIjLpzuquFe
em 11/03/2012 16:53:44
Dawran, cea acredita que meu pai fala nisso he1 uns treas anos? Excesso de df3lares na prae7a, efanir boa parte das reservas em tedtulos americanos Ne3o e9 possedvel que um senhor como ele um cidade3o comum se preocupasse com isso e os economistas, o BC e o ministro, necas












