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Poder

Sinal invertido

Nº edição: 663 | 18.JUN.10 - 21:00

Sempre otimista, agora o ministro Guido Mantega quer ficar na lanterninha das previsões.

por Denize Bacoccina

Mantega quer fingir que a economia brasileira não está assim tão aquecida, para não reforçar os argumentos do Banco Central sobre o aumento de juros. A previsão oficial do Ministério ainda é de 5,5% e só será revisada em julho. No mercado, a previsão já subiu para 7%, em alta  há 13 semanas consecutivas.
 

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África do Sul

Copa lucrativa

Dez empresas brasileiras de TI pretendem fechar US$ 10 milhões em contratos na África do Sul durante a Copa. Elas são as representantes da Softex na Casa Brasil, criada para promover o País. A sociedade de 1,3 mil empresas de tecnologia já mantém negócios com o governo sul-africano há três anos.

 


Ibama

Atraso nos licenciamentos

A greve de dois meses do Ibama, até o começo do mês, deixou um rastro de atrasos nos licenciamentos ambientais. São projetos da Petrobras, linhas de transmissão e outras obras da área de energia, paradas por falta de licença. Agora, lentamente, a fila começa a andar.

 


Cooperação

Energia limpa

Obrigados por lei a reduzir emissões de gases em 34% até 2020, os britânicos querem aumentar a cooperação com o Brasil em energias renováveis. Claire Durkin, diretora de Comércio Exterior, ficou entusiasmada com as conversas com o governo. Interessados em etanol, os britânicos oferecem experiência com energia eólica.
 

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Cena do Planalto

Vuvuzela presidencial

Os jogadores e as equipes de tevê estão reclamando do barulho nos estádios da África do Sul, mas em Brasília a moda da vuvuzela, uma  espécie de corneta africana, pegou. Até o presidente Lula aderiu. Na estreia da Seleção Brasileira contra a Coreia do Norte, ele reuniu alguns ministros e assessores mais próximos para torcer no Palácio da Alvorada.
 

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Notas

O empresário Juan Quirós leva a experiência brasileira ao Fórum de Nova York, que vai discutir esta semana os desafios do crescimento global e a retomada da economia americana. Participam cerca de 300 CEOs e representantes do governo e da academia americana.

A força do PT,  que impôs aliança com o PMDB em Minas e no Maranhão, está longe de ser absoluta. No Pará e no Paraná, as negociações travaram. Em Mato Grosso do Sul e na Bahia, o PMDB será adversário nas eleições estaduais.

 
Com Guilherme Queiroz e Rodolfo Borges

 

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