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Mídia & Cia
Bancos em campo
Nº edição: 662 | 11.JUN.10 - 21:00 | Atualizado em 24.Nov.11 - 04:11
Ao se tornar patrocinador da Seleção, o Itaú deu o pontapé inicial a uma grande batalha publicitária dos bancos na Copa.
por Hugo Cilo
Com um investimento de US$ 22 milhões, o HSBC colocou em cena, na última semana, a maior ação já realizada pela instituição em um evento esportivo. Intitulada Jogo do Mundo, a campanha terá veiculação em dez países da América Latina e trará o conceito global da marca.

Patrocínio
Italianos de volta
O romance entre os italianos do Palmeiras e os coreanos da Samsung acabou. O clube do Parque Antártica decidiu rescindir o contrato com a gigante de eletrônicos para ter de volta a Fiat. Assim, o time receberá R$ 26 milhões por ano, bem acima dos R$ 15 milhões da Samsung.

Agência
Bloomberg agora em português
A agência Bloomberg, uma das principais fontes de informação para o mercado financeiro, desde a sexta-feira 11 tem uma equipe no Brasil gerando conteúdo exclusivamente em português. No País, até pouco tempo atrás, a empresa mantinha apenas produção para a tevê, operação que deixou de existir. O Bloomberg News Brasil é peça fundamental nos planos da companhia de Michael Bloomberg, prefeito de Nova York. Até agora, apenas Japão e Rússia mantinham bases jornalísticas da agência fora dos EUA.

Jornais
Le Monde à venda
Um dos mais prestigiados jornais da imprensa mundial está à venda. O francês Le Monde, que arrasta uma dívida gigante com bancos e parceiros, está em negociação com quatro grupos estrangeiros e deve trocar de dono em poucas semanas. Hoje, a empresa tem grande parte de seu capital controlada por seus funcionários. Ainda não se sabe quem vencerá a disputa, mas os franceses acreditam que o grupo espanhol Prisa, dono do El Pais e um dos acionistas do Le Monde, está em vantagem na corrida. O novo proprietário do jornal terá de arcar com cerca de E 125 milhões em dívidas e empréstimos a vencer. O Le Monde nasceu em 1944 para substituir os jornais que apoiaram o nazismo e que, com o fim da guerra, fecharam as portas.

Revista
Newsweek na bolsa
A Newsweek confirmou que se prepara para abrir capital. A decisão é uma tentativa de sair do buraco. No ano passado, o prejuízo da revista atingiu US$ 44 milhões – acumulando um rombo de US$ 150 milhões. Antes, a direção da Newsweek estava em negociação com Haim Saban, milionário egípcio que pretendia fincar sua bandeira na mídia americana. Pelo jeito, não será desta vez.

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iSQuTLtrgdAKrGUBvbG
em 06/09/2011 13:01:27
Shoot, who would have thugoht that it was that easy?












